domingo, 29 de maio de 2016

PRÓPOLIS: o ouro verde da natureza; Resina produzida pelas abelhas é estudada como remédio para diversas doenças


Abelhas fabricam uma das mais poderosas armas com diversas doenças: a própolis

Definição

A Própolis é uma substância resinosa produzida pelas abelhas através da mistura de sua saliva e de resina, coletada nas gemas das plantas.  A Própolis é encontrada na colmeia, geralmente em estado sólido ou viscoso, tampando pequenos furos, gretas e espaços abertos que possam ser utilizados por fungos, bactérias ou outros insetos para invasão. Sua principal função portanto é a de defesa da colméia, funcionando como uma vedação contra seus inimigos naturais. Possui na maioria das vezes cor escura podendo variar de acordo com a origem da resina coletada pelas abelhas e utilizada em sua formação.

própolis e seus benefícios para o homemComo a própolis é produzida pelas abelhas

As abelhas coletam a resina das plantas principalmente nas regiões chamadas de gemas, que nada mais são que as regiões de brotos e ponteiros.  Com a mandíbula e língua realizam a mistura da resina com sua saliva e a estocam momentaneamente na parte de cima das patas posteriores, chamada de corbícula. Após armazenarem a quantidade suficiente de resina, voltam e depositam-na na colmeia, onde outras abelhas adicionam substâncias como cera e pólen formando assim a Própolis e a aplicam nas regiões específicas.

Ação da Própolis na Colméia

Embora já tenhamos citado que a função da Própolis na colmeia é a defesa, cabe-nos explorar um pouco mais como ela age. Além de ser depositada pelas abelhas nas frestas e furos da colmeia com o objetivo de protegê-las da invasão de microorganismos e do frio, a própolis por possuir efeito desinfetante é sempre encontrada na entrada da colmeia, ou seja, por onde as abelhas passam quando entram na caixa. O objetivo da própolis na entrada da colmeia é de  desinfetar as abelhas que estavam no ambiente externo para que não levem para o interior de sua morada microorganismos indesejados, mantendo assim a higiene e a saúde da comunidade. Quando um inseto chega a invadir a colmeia, ele é atacado e morto pelas abelhas que o embalsamam em própolis para que não haja a decomposição do corpo, mantendo a colmeia imune de bactérias e microorganismos prejudiciais. Acredita-se que essa ação da própolis já era observada pelos antigos Egípcios  que utilizavam Mel e Própolis para embalsamar seus mortos.
OS BENEFÍCIOS E AS CONCLUSÕES SOBRE A PRÓPOLIS
Câncer, incontinência urinária, cáries, sapinho, inflamações. O tratamento para todos esses problemas pode estar em um composto natural encontrado em abundância no Brasil: a própolis. Essa resina produzida pelas abelhas a fim de proteger a colmeia pode ser também um poderoso escudo para a saúde humana.A substância produzida no Brasil ganhou fama internacional por sua qualidade e já é destaque nos mercados japonês e europeu,diz o diretor da Sociedade Brasileira de Apiterapia, José Alexandre.A afirmação é confirmada pelo químico alemão Andreas Gausch, especialista no assunto, que há 10 anos veio ao Brasil, se encantou com as possibilidades do produto e decidiu ficar para dar andamento a suas pesquisas no País. “O Brasil tem uma das mais ricas biodiversidades do planeta”, diz.

Composição da Própolis

A composição da própolis varia dependendo da região onde se encontra oapiário. Fatores como clima, tipo de vegetação, excesso ou escassez de água podem provocar mudanças em sua composição, por isso, as quantidades dos compostos presentes são estabelecidas através da média encontrada analisando diferentes porções da própolis no Brasil.
Composição da Própolis
QuantidadeComposto
45-55%Resina extraída dos vegetais.
25-35%Cera que é adiciona pelas abelhas à Própolis.
10%Óleos essenciais lubrificantes.
5%Pólen
5%Ácidos graxos, ácidos orgânicos, vitaminas e minerais.
5%Materiais orgânicos como madeira, plantas, etc.
Uma análise mais específica da própolis leva ao reconhecimento de mais de 150 substâncias diferentes que a compõe, cada qual com seu grau de benefício ao ser humano.
Um estudo desenvolvido pela Universidade de Campinas (Unicamp) classificou a própolis brasileira em 13 tipos, que variam conforme a cor, a composição e a consistência. As pesquisas com essa resina no País já têm mais de 15 anos, tempo em que se confirmaram suas propriedades anti-inflamatória, analgésica, anticancerígena e moduladora da imunidade.
Na natureza, a própolis funciona como um sistema imunológico externo, protegendo a colméia de doenças, combatendo bactérias, fungos e vírus. A grande sacada dos pesquisadores foi perceber que esses benefícios poderiam ser aplicados também em prol da medicina.“As substâncias ativas da própolis estão sendo estudadas intensamente e, tenho certeza, isso levará ao desenvolvimento de novos medicamentos. Investir mais ainda na pesquisa interna é o meio essencial para tornar esta visão uma realidade” diz Gausch.
Câncer
Os japoneses descobriram – e patentearam – o efeito anti-cancarígeno da própolis verde, encontrada no alecrim do campo ou vassourinha. A principal substância responsável por este efeito é conhecida comoArtepillin C.
“Uma das atividades biológicas que este composto apresenta é a indução da morte das células cancerígenas sem afetar as células normais”, afirma Andreas Gausch.
Uma anomalia ainda desconhecida faz com que as células cancerígenas se multipliquem ininterruptamente, formando os tumores. “A própolis ensina essas células a morrer, ou seja, é uma forma de tratamento muito promissora, sem efeitos colaterais como os apresentados na quimioterapia”, explicaGausch.Novos estudos descobriram que a mesma substância também está presente na própolis vermelha, originária de uma planta conhecida como rabo-de-bugio, encontrada no nordeste do Brasil. Diversos países estudam uma forma de transformar essa propriedade em um remédio que possa ser comercializado.
Sapinho e cáries
Creme dental e enxaguatório. A dupla feita à base de própolis promete trazer proteção extra contra as cáries e inflamações bucais. “O produto também ajuda na cicatrização de microlesões na gengiva. Já foi patenteado e estamos em negociação com as indústrias farmacêuticas”, afirma Niraldo Paulino, coordenador do grupo de Pesquisa e Desenvolvimento de Biomedicamentos da UNIBAN, em São Paulo. A previsão é que o produto esteja disponível para a população em 2012.Um estudo realizado pelos alunos do curso de odontologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) colheu saliva de 30 pessoas e detectou a presença de um bilhão de microorganismos em cada amostra. Durante 15 dias, essas pessoas utilizaram um gel e um enxaguatório bucal feito a base de própolis. A análise final demonstrou que o número de microorganismos caiu para 100 mil.Outra pesquisa, também da UFMG, tentou identificar a eficácia da substância no tratamento do sapinho em comparação com antibióticos tradicionais. O resultado, depois de 10 dias de tratamento, foi impressionante. Do grupo que utilizou a própolis, 90% estavam curados. Todos do outro grupo tiveram que continuar com a medicação.
Inflamações
Quem nunca se rendeu ao spray vendido em farmácias para acabar com aquela dor de garganta? Uma das características mais conhecidas dessa resina é sua propriedade anti-inflamatória. No entanto, os especialistas recomendam cuidado ao comprar o produto pedindo atenção à composição e ao fabricante.
Incontinência urinária
A pesquisadora Miriam Dambros, da Unicamp, extraiu da própolis a galangina, um tipo de flavonóide que, ao ser aplicado na bexiga, melhorou o desempenho desse órgão. Quando injetado em baixas doses, houve melhora na capacidade de contração e quando aplicado em altas doses, de relaxamento. A substância, dessa forma, está sendo estudada como uma alternativa no tratamento da incontinência urinária.
Leishimaniose
Uma nova droga que tem como base o extrato de própolis está sendo testada no Instituto de Biologia da Unicamp contra a leishimaniose, doença que atinge 30 mil brasileiros por ano. A substância, que por si só já tem propriedades antibactericidas, reduziu o número de parasitas em culturas celulares. As pesquisas estão sendo realizadas com animais.
Obesidade, diabetes e hipertensão
Escola de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da USP em Piracicaba, anunciou este ano a descoberta da substância conhecida como CAPE, extraída da própolis, e seu potencial antioxidante. Essa propriedade faz com que a CAPE seja eficaz no combate à formação de radicais livres associados à obesidade e a doenças como o diabetes e a hipertensão. As pesquisas iniciais foram realizadas em animais e a substância foi tese de mestrado da pesquisadora Aline Camila Caetano.

Própolis verde auxilia no tratamento de cancêr

Própolis verde é usada no Japão como auxiliar no tratamento do câncer. Ela mudou a história de uma planta, que antes era vista como invasora.
COMO SURGE A PRÓPOLIS VERDE NA COLMÉIA
A própolis verde, usada no Japão como auxiliar no tratamento de pessoas com câncer, mudou a história da vassourinha-do-campo, uma planta nativa do cerrado mineiro. Antes tratada como invasora de pastagens, agora é planta de cultivo.O Globo Rural mostrou o começo dessa história há 11 anos, quando os cientistas descobriram que a própolis verde, produzida a partir da vassourinha, tinha qualidades medicinais extraordinárias. Agora, o repórter Ivaci Matias voltou ao cerrado mineiro para mostrar como essa própolis está mudando a vida dos criadores de abelhas da região.Uma colméia bem formada pode abrigar mais de 60 mil abelhas. Durante o dia, elas entram e saem sem parar, trabalhando na coleta de néctar e pólen para fabricar seus alimentos, mas algumas operárias são destacadas para extrair resinas medicinais produzidas pelas plantas. Com a resina, elas fabricam a própolis, uma massa de cor escura, que serve para matar os fungos e bactérias da colmeia.Quando capturam algum inseto invasor, as abelhas cobrem o cadáver com própolis para mumificá-lo e assim evitar o apodrecimento e a contaminação do ambiente delas.Desde a antiguidade, o homem aprendeu a manipular esses recursos criados pelas abelhas. Nas múmias do Egito foram encontrados resíduos de própolis usados para conservar os cadáveres. Os sacerdotes da época produziam remédios a base de própolis para combater doenças provocadas por fungos e bactérias.
A descoberta da própolis verde está ampliando os usos desse recurso criado pelas abelhas. Esse tipo de própolis é feito a partir da resina de uma planta nativa do cerrado brasileiro: a vassourinha-do-campo, cujo nome científico ébacárisbaccharis dracunculifolia. O arbusto também é conhecido pelo nome de alecrim-do-campo e era considerado um invasor de pastagem.As abelhas mergulham de cabeça nos brotinhos novos da vassourinha para alcançar as glândulas internas da planta. Em uma imagem ampliada pelo microscópio é possível ver os vasos internos da planta onde ela deposita substâncias com atividades antimicrobianas muito potentes e que podem ajudar o homem na cura e prevenção de muitas doenças.Ospoderes medicinais da vassourinha-do-campo e da própolis verde estão sendo estudados em um laboratório da faculdade de Farmácia de Ribeirão Preto, da USP, em São Paulo. A equipe de pesquisadores é liderada pelo doutor Jairo Bastos.
No Brasil já existem alguns produtos feitos a base da própolis verde, um deles é um extrato encontrado nas lojas de produtos naturais. Ele contém uma parcela muito pequena de artepelim C e não é considerado medicamento, mas sim um suplemento alimentar. É usado, nas doses indicadas, para fortalecer o organismo durante gripes, resfriados, bronquites e outras doenças infecciosas, mas as pesquisas para produção de remédios a base de artepelim C puro, já estão avançadas. No Japão, que é o maior importador de própolis verde do Brasil, a substância pura já foi isolada e é usada no tratamento de vários tipos de câncer, mas o alto custo ainda é proibitivo: um grama de artepelim C puro custa o equivalente a R$ 50 mil.
O Brasil produz 100 toneladas de própolis verde por ano, 80% vem de Minas Gerais. O município de Bambuí, na região do Médio São Francisco, concentra o maior número de produtores.Em toda essa região, a vassourinha-do-campo surge espontaneamente no meio do cerrado. Ela ganhou este nome porque é usada como vassoura para limpar os quintais e também para varrer as cinzas dos fornos de barro, transferindo aos biscoitos de polvilho um aroma muito agradável.Hoje é matéria prima principal para a produção da própolis verde e está mudando a vida dos apicultores da região.Só uma empresa do município de Bambuí recebe própolis verde de mais de 500 produtores da região. O produto passa por uma limpeza e é classificado e embalado in natura. Eles também produzem extrato de própolis vendido a granel ou emfrascos.Os irmãos Odacir e Edeir Ferreira manejam 150 caixas. Cada uma produz uma média de 3 quilos de própolis por ano. A própolis verde é vendida a R$ 140 o quilo, enquanto a comum vale R$ 70.No ano passado, eles tiveram uma renda líquida de R$ 40 mil com a venda da própolis verde, mas estão aumentando a quantidade de caixas e esperam dobrar de produção dentro de uns dois anos.
OUTROS TIPOS DE PRÓPOLIS
própolis e seus benefíciosPrópolis Vermelha: A sua origem botânica é o marmeleiro da praia (Dalbergia ecastophyllum), encontrado principalmente nos manguezais dos estados da Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia. Um das diferenças da própolis vermelha em relação às outras, além da cor, é a presença de uma substância chamada isoflavona, um produto natural com grande de aplicação na indústria de alimentos e farmacêutica.  Muitas pesquisas também estão sendo desenvolvidas com esse tipo de própolis, principalmente no que diz respeito as propriedades antirretrovirais (contra a AIDS), como já foi comprovado em Cuba, e anticancerígenas.
própolis e seus benefíciosPrópolis Preta: É o tipo mais comum de própolis encontrada no Brasil. Sua origem botânica são as plantas no geral, ou seja, em regiões onde não há nenhuma vegetação específica e expressiva, as abelhas coletam a resina de diferentes vegetais, produzindo assim a chamada própolis preta ou silvestre. Sua coloração é escura e geralmente ela é mais viscosa quando comprada a própolis verde, por exemplo. Possui pouco valor de mercado atualmente devido a sua abundância embora possua propriedades medicinais muito eficientes e ainda inexploradas.

Os benefícios da Própolis para o homem

própolis é muito conhecida como antibiótico natural. Toda essa fama não lhe é descabida, na verdade vai corretamente de encontro às suas propriedades terapêuticas já estudadas e comprovadas. A cada dia, no entanto, surgem novas descobertas sobre a própolis e novas indicações para tratamento de diversos males. Vamos conhecer algumas das suas propriedades medicinais e as doenças que ela combate.
Antibacteriana: A própolis é eficiente na destruição de uma vasta gama de bactérias nocivas ao ser humano. Sua eficácia foi comprovada em bactérias Gram positivas (Bacillus brevis, B.polymyxa, B.pumilus, B. sphaericus, B. subtilis, Cellulomonas fimi, Nocardia globerula, Leuconostoc mesenteroides, Leuconostoc mesenteroides, Staphylococcus aureus e streptococcus faecalis) e Gram negativas (Aerobacter aerogenes, Alcaligenes sp., Bordetella bronchiseptica, Escherichia coli, Proteus vulgaris, Pseudomonas aeruginosa e Serratia marcescens) além de  Staphylococcus aureus e Sptreptococcus mutans. As bactérias sucumbem a ação da própolis que com seu conjunto de componentes forma um antibiótico muito eficiente. Possui como vantagem em relação a antibióticos sintetizados em laboratório o fato de as bactérias não desenvolverem resistência à própolis. Por essa sua propriedade é muito indicada no tratamento de doenças como Anginas, amidalites, faringite, laringite, gengivite, estomatites, abcesso dentário, attas, sinusites, bronquites, pneumonias, gripes, rinites, entre outras.
Antiviral: A ação antiviral da própolis é conhecida principalmente pelo seu ótimo efeito contra alguns vírus, tais como: herpes, adenovírus, coronavírus, rotavírus, etc. Por isso sua utilização também é indicada contra doenças como herpes, gripes, resfriados, conjuntivite e dores de garganta.
Antifúngica: A própolis também possui ação antifúngica comprovada sobre dermatófitos, fungos M. canis, T. rubrum, T. mentagrophytes e Scopulariopsis, além de Aspergillus flavus entre outros. Sua ação antifúngica a torna capacitada para o tratamento de problemas de couro cabeludo, micoses em geral, frieiras, a doença popularmente conhecida como pé de atleta, etc.
Anti-inflamatória: A ação anti-inflamatória da própolis foi verificada com eficácia principalmente no tratamento de artrites, artroses e reumatoides  Pesquisas em laboratório chegaram a comparar a ação e eficiência da própolis à ação da substância conhecida  como Diclofenaco que é utilizada no combate a diversos processos inflamatórios.
Antioxidante: A atividade antioxidante da própolis combate os radicais livres responsáveis pelo envelhecimento do corpo humano e da mutação do material genético. A presença de compostos fenólicos em sua composição química aponta para sua eficácia como antioxidante. Muitas pesquisas ainda estão sendo realizadas nesse sentido, no entanto, sua ação preventiva  ao envelhecimento celular já foi comprovada.
Anticancerígena: Alguns trabalhos desenvolvidos pelo Instituto Nacional do Câncer dos EUA apontam para atividade anticancerígena importante em alguns tipos de própolis. Os resultados obtidos na pesquisa foram entusiasmadores, quando verificaram que  a própolis foi capaz não só de inibir o crescimento de células cancerígenas quanto de destruir parcialmente as células já existentes. Estudos aprofundados estão sendo realizados nessa linha e as esperanças são muitas quanto a ação anticancerígena da própolis.
Cicatrizante e Regeneradora de Tecidos: A própolis é muito eficaz no tratamento de dermatites, feridas, úlceras e queimaduras devido a presença de flavonoides e aminoácidos em sua composição.
Anestésica: A ação anestésica da própolis a torna eficiente no combate a dores de garganta, amidalites, dores de dentes, etc. Estudos realizados com extratos etanólicos de própolis levaram a conclusão de que a sua ação anestésica é de 3 a 5 vezes superior que a da cocaína usada como anestésico na prática dental na antiga União Soviética.
Imunoestimulante: A própolis também possui efeito imunoestimulante, ou seja, estimula a produção de células produtoras de anticorpos, fortalecendo assim o sistema imunológico e aumentando a resistência a doenças e infecções.

Modo de usar a Própolis

os benefícios da própolis
A própolis é comumente utilizada em solução alcoólica, ou seja, diluída em álcool de cereais, no entanto, existem muitas outras formas de utilizá-la. Hoje em dia, qualquer laboratório ou farmácia de manipulação é capaz de formular e produzir sabonetes, xampus e loções à base de própolis, assim como, própolis em spray, cápsulas, etc.
Obviamente que toda e qualquer utilização de substância, mesmo tratando-se de um fitoterápico, deve ser receitada e acompanhada por um responsável habilitado, no caso um médico ou apiterapêuta, porém, nossa experiência de anos na produção, manejo e utilização da própolis, nos credencia a pelo menos publicar as formas mais utilizadas da própolis em solução alcoólica.
Para crianças: três a cinco gotas três vezes ao dia, diluídas em uma colher de sopa com água sem cloro e sem gás.
Para adultos: vinte a trinta gotas duas a três vezes ao dia, diluídas em uma colher de sopa com água sem cloro e sem gás.
A própolis pode ser misturada ao mel, o que ameniza o sabor e a torna quase imperceptível, além de proporcionar a potencialização de algumas de suas propriedades terapêuticas.
Para o tratamento de feridas e cortes o ideal é umedecer um algodão no extrato de própolis e passar levemente no local. Um pequeno ardor pode ocorrer devido principalmente ao álcool de cereais. O procedimento deve ser repetido duas ou mais vezes ao dia, deixando o ferimento tampado com gaze.Parao tratamento de micoses deve-se pingar de 2 a 3 gotas sobre a região adoecida  pelo menos 2 vezes ao dia.
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CONCLUSÃO E NOTA DO BLOG
própolis é uma substância natural, produzida pelas abelhas, que possui várias propriedades terapêuticas, algumas já comprovadas e outras ainda sendo descobertas. No geral utilizamos muito pouco a própolis em nosso dia a dia, principalmente pela falta de conhecimento dos benefícios que ela traz ao ser humano. Muitas de nossas doenças, como as já citadas nesse artigo poderiam ser tratadas apenas com a própolis, proporcionando economia, pois, o seu custo x benefício é muito maior, assim como, evitando os possíveis efeitos colaterais muitas vezes apresentados pelos medicamentos sintetizados em laboratório.Vamos aproveitar para conhecer e utilizar os produtos que a prórpia natureza fornece para a nossa cura e descartar de vez os remédios das indústrias farmacêuticas, que na realidade só visam o lucro e a dependência,NUNCA A CURA.
Equipe da luz é Invencível
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 GLOBO RURAL – Edição do dia 05/07/2015 – por Ivaci Matias Ribeirão Preto, SP
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SOBRE COMER CARNE:




Iniciamos o assunto com a indicação do documentário “Terráqueos – Faça a conexão”. Hoje, iremos falar especificamente sobre o consumo de carne.
Só para deixar claro, não sou médico nem nutricionista. A opção por tipo de alimentação é individual.
O texto tem como objetivo apresentar um olhar, digamos, espiritual para o tema.
Confesso que o termo “espiritual” me incomoda, não pela palavra em si, mas pelo significado que ela carrega. O fato é que não existe mundo material e mundo espiritual, o que existe são dimensões, a material (terceira) e as demais (espirituais). A realidade é somente uma, e ela se apresenta na forma de dimensões.
Então comecemos pela terceira dimensão, e falou em terceira dimensão, falou em corpo físico. Aqui entra nosso primeiro ponto, toda raça foi criada por consciências expandidas a tal ponto, que se tornaram criadores de seres. Eu sei que é difícil aceitar isso, mas sim, nós fomos criados por seres como nós, que pensam e sentem. Acontece que eles não pensam como nós, muito menos sentem (vibram) como a gente. São seres que vivem o amor incondicional, que aceitaram fazer parte do Todo há muito tempo, e como Deuses, vivem desde então.
E podem ter certeza, criar uma raça planetária dá um trampo. Tudo tem que ser pensado nos mínimos detalhes, formato do corpo, quantidade de órgãos que farão parte do “sistema”, função de cada órgão, estrutura do metabolismo, enfim, todos os detalhes que fazem do nosso corpo essa maravilha ultra complexa.
E tudo isso é feito de forma multidisciplinar, pois, a equipe responsável pelo corpo físico precisa trabalhar em conjunto com as equipes responsáveis por desenvolver os recursos que irão compor o planeta a ser habitado, no nosso caso, a mãe Terra. Afinal, o corpo físico precisa de energia para continuar ativo, e nada mais justo que essa energia seja provida pela nossa casa.
E é aqui que tá, nós não fomos projetados para comer carne.
Médicos, nutricionistas, defensores da teoria que somos carnívoros, podem espernear, podem se esconder atrás de seus diplomas, podem fazer o que quiserem, eu respeito a opinião de vocês, respeito vossos anos de estudo, mas não, não somos carnívoros.
E perceber isso não é tarefa que exija nenhuma genialidade, basta olharmos para os reinos e nos compararmos.
Vamos começar pela boca, nossos dentes não são compatíveis com os dos carnívoros, e me desculpe quem deu o nome de canino para um de nossos dentes, pode ter sido canino um dia, mas há muito tempo que nada tem a ver com os caninos dos carnívoros, que são pontiagudos e de formato nada semelhar com o nosso chamado canino. Ainda na boca, temos nossa querida língua, meio de transpiração dos nossos amigos carnívoros, manja nossos cachorros depois daquela sessão de pegar bolinha? Então, a língua de fora serve para eles transpirarem também. Já nos animais vegetarianos, a transpiração se dá pela pele. Nós suamos por onde? Ainda falando da língua, animais carnívoros bebem água com ela, animais vegetarianos, através da sucção. Nós humanos como? “Se eu tivesse um canudinho, eu chupava você, pra dentro do meu mundinho...” Ainda na boca, a saliva dos carnívoros é ácida, já a dos animais vegetarianos, é alcalina. A dos humanos? Alcalina.
Chega de boca, vamos para o estômago. O suco gástrico dos animais carnívoros é cerca de 20x mais forte que dos animais vegetarianos, afinal, pensem no que é mais fácil de “derreter”: um pedaço de carne ou um tomate? O suco gástrico dos humanos? Igual ao dos vegetarianos.
Indo para o intestino, o seu comprimento nos animais carnívoros é de 3 a 6 vezes o tamanho do corpo, já nos animais vegetarianos, de 10 a 12 vezes. Nós humanos? Mesma coisa dos vegetarianos.
Esses são alguns exemplos da diferença entre o ser humano terrestre, e um animal carnívoro.
A verdade é que nosso corpo suporta o consumo de carne. Com certeza nesse momento alguém vai pensar: mentira, eu conheço um velhinho que morreu com 100 anos e comia carne todos os dias. Pois saiba que esse velhinho perdeu uma grande oportunidade de viver 200 anos.
Pense que o corpo humano é um carro projetado para consumir etanol, o que seria representado pelos vegetais, e que a carne, seria como óleo diesel. No nosso caso, consumimos o óleo diesel, o que não faz com que o carro deixe de funcionar, mas ao invés de durar 200 anos, ele dura, em média, 75. Agora pensem, nosso corpo foi inteiramente projetado, todo o funcionamento dele foi pensado para receber insumos de natureza definida, ao colocarmos para dentro algo que ele não está preparado para receber, provocamos uma série de implicações que comprometem o bom funcionamento do corpo humano enquanto sistema.
E o mais triste disso tudo, é que nossa alimentação foi pensada para ser assim, pois quem a define, são seres negativos que tem um objetivo claro: nos manter afastado da verdade, do Todo. Ao nos alimentarmos dos cadáveres dos nossos irmãos menores, estamos, literalmente, desregulando nosso corpo físico, tornando nossa comunicação com os demais corpos uma luta fadada ao fracasso, e tudo que eles querem é isso, pessoas mundanas, com somente os 5 sentidos cerebrais em atividade e vibrando baixo, pois, é da baixa vibração que eles se alimentam.
Nossos irmãos estelares, ligados ao Todo, mais “velhos” já cantaram a bola, nos próximos anos, nossa ciência descobrirá que o consumo de carne vermelha está totalmente atrelado ao crescimento dos casos de depressão. E a depressão, é a “doença” do futuro.


Para finalizar a questão do corpo físico: quer ter ele funcionando com toda sua potencialidade? Quer manter a “comunicação” entre o corpo físico e os demais corpos limpa e cristalina? Pare de se alimentar do cadáver dos nossos irmãos menores.


Agora vamos subir de dimensão, vamos para o lado “espiritual”.


Lembram a questão das dimensões? Quanto mais elevada for a dimensão, mais evoluídos são os seres que a habitam. Então seres que habitam a quinta dimensão, por exemplo, são seres que evoluíram a ponto de vibrarem em frequências que compreendem a quinta dimensão. E para atingir esse patamar vibratório, o ser tem que ter compreendido que TODOS os seres que existem foram criados pelo Todo, que TODOS os seres que são criados pelo Todo, são irmãos, e o que os difere, é o grau evolutivo momentâneo. Ainda mais importante, compreenderam que o Todo é puro amor, e que os seres mais evoluídos, têm a obrigação básica de proteger e garantir a máxima evolução para seus irmãos menores.
Como já foi dito: não podemos afirmar que todos os seres que não se alimentam de bicho morto são evoluídos, mas podemos afirmar que todo ser evoluído, não se alimenta do sacrifício dos irmãos menores.
Para quem acha que a questão é puramente ética, ledo engano. A “coisa” é muito mais técnica do que se imagina.
Assim como nós, que somos formados por sete corpos, que são constituídos de átomos, e que nos torna um campo eletromagnético, todos nossos irmãos menores, também são formados por átomos, e, portanto, também são um campo eletromagnético. Quanto maior o campo, mais evoluído é o ser, e mais informações ele é capaz de “administrar”. Acontece que nossos irmãos menores animais estão em um estágio evolutivo no qual são dotados de sentimentos, e todo medo, dor e sofrimento que causamos a eles, ficam armazenados em seus campos. Ou vocês acham que os animais são felizes ao serem tratados como objetos, como simples pedaços que só vivem para poder crescer, expandir de tamanho e gerar o máximo de carne possível? Vocês acham que eles não pressentem a morte quando estão no corredor do abate? Então saibam que ao ingerir um delicioso pedaço de picanha malpassada, estão ingerindo junto as energias de dor, sofrimento e morte. Essas energias não possuem gosto e nem cor, por isso passam despercebidas aos “olhos” dos desinformados, mas pode ter certeza, elas existem e irão fazer parte do seu campo.
Agora partamos do princípio que todos os seres humanos estejam buscando a evolução, e que para evoluir, é necessário aumentar sua frequência, aumentar sua vibração. Então para existir o aumento de frequência, precisamos consumir, e gerarmos, energia de alta vibração. Sejamos sinceros, precisa ser um gênio para deduzir que: medo, sofrimento e morte, são energias de baixa vibração?


Então para quem está na “luta” para evoluir, é no mínimo contraditório se alimentar do cadáver dos nossos irmãos menores. Ao contrário, temos que usufruir das energias de alta vibração que estão presentes nos momentos que cuidamos e os ajudamos em suas evoluções.
E vejam, eu não disse que é impossível evoluir comendo carne, disse que é contraditório. E sim, você terá seu objetivo atrapalhado consumindo energia de baixa vibração, isso é fato.
A dificuldade que muitas pessoas encontram ao tentarem se tornar vegetarianas é totalmente compreensível, somos viciados em carne desde pequenininhos, e como achamos que existe apenas o mundo material, todo o prazer que buscamos está relacionado com o corpo físico, e a alimentação, é um dos pilares onde nos apoiamos na busca pelo prazer. Mas nunca se esqueçam: os prazeres não estão somente na terceira dimensão, ao contrário, o prazer proporcionado pela ingestão da mais nobre carne, com os mais refinados temperos, é ínfimo perto do prazer de ser uno com Ele, o Todo.
Trabalhadores de Luz, é nosso dever contribuirmos para a evolução de nossos irmãos menores, e não sacrificarmos os menos evoluídos pelo nosso bel prazer.
Pensem a respeito e lembrem-se sempre: Deus, o Todo, é amor, e onde há amor, não há dor, sofrimento e morte.
Busque conhecimento, emita amor, Seja Luz!



http://www.despertando.com.br/#!Sobre-comer-carne/cmbz/573a16050cf23c6bef89a233


Bibliografia para consulta

Posted: 28 May 2016 08:14 AM PDT
1-O despertar de uma nova consciência - Eckhart Tolle
2-Momento de despertar- Shakti Gawain
3-Psicologia da Alma- Dr Joshua David Stone
4-Um Curso em Milagres -Foundation for de Inner Peace
5-Ascenção Cósmica-roteiro para os reinos desconhecidos da luz- Dr Joshua David Stone
6-Sua missão ascencional-O seu papel no Plano Maior- Dr Joshua David Stone
7-Ascenção Cósmica- James Tyberonn
8- O processo da Iluminação Espiritual- Judith Blackstone
9-Modern Physics and Vedanta - Swami Jitatmananda
10-Vedanta Monthly- Vedanta Center

domingo, 15 de maio de 2016

CHLORELLA-O Super Alimento do Século XXI


Nos anos 1950, governantes dos países mais ricos criaram o projeto de desenvolvimento da produção de um alimento de alto valor nutritivo. Os laboratórios internacionais selecionaram entre 1000 plantas a Chlorella.É a sua composição excepcional, o seu alto conteúdo em clorofila, o seu fator de crescimento e a sua capacidade de fixarem numerosas substancias tóxicas que a diferencia a Chlorella das outras plantas e lhe dá o título de GRANDE REGULADORA.
Soluções Para a Fome Mundial
A revista Science Newsletter nas suas edições de 01/janeiro e 28/agosto de 1949, anunciou que a Chlorella poderia ser a solução em pouco tempo para a fome do mundo, devido sua alta taxa de proteínas e a sua capacidade de multiplicação muito rápida.Em 20 de agosto de 1949, a Science Newsletter publicou um importante artigo de Harold W. Milner de título: “Alga como Alimento”. Ele estimou que cada acre da Chlorella, favorávelmente cultivado, poderia produzir 40 toneladas (peso líquido) por ano, o que renderia 20 toneladas de proteínas e três toneladas de gordura acre/ano. Isto seria de enorme valor para os problemas de alimentação, em pouco tempo.A Coronet Magazine, de fevereiro de 1954, publicou um artigo “Chlorella – A Chave do Mundo da Fartura”, declarando que cientistas de vários países (Japão, Alemanha, Holanda, Venezuela, Israel e Inglaterra) estavam trabalhando com o uso da Chlorella como alimento. Alguns trabalhos experimentais foram feitos sob os auspícios do governo e de grandes empresas como a Ralston Puriha e General Mills.
Reportagem da Venezuela: Um teste sobre a Lepra (Hanseníase)
O Instituto Carnegie, de Washington D.C., em 1953, publicou um folheto preparado pelos doutores Jorgem Jorgensen e Jacinto Convit, da Venezuela sobre o “Cultivo de Complexo de Alga com Outros – Organismos de Água Doce nos Trópicos”. Suas experiências mostraram que esta alga, conhecida dos nativos da região como “água espessa”, poderia produzir grande quantidade de caroteno a baixo custo.
Em reconhecimento as propriedades medicinais da Chlorella, Jorgensen e Convit mudaram o rumo para o uso da alga como medicamento de proteção contra doenças e para a cura dos maiores males resistente a outros medicamentos. Em 1941, eles obtiveram licença para tentar o uso da Chlorella como nutriente aos pacientes em más condições de saúde do Leprosário de Cabo Blancó; sob o patrocínio do Ministério de Saúde e Bem Estar Social da Venezuela.O Dr. Jorgensen e o Dr. Convit usaram uma sopa de alga em pacientes muito debilitados e em estados avançados de lepra, com idades variadas, desde crianças até alguns com 70 anos de idade. Diariamente, a dosagem era de 400ml para crianças e 600ml para adultos. Este tratamento continuou por períodos variáveis, entre 1 a 3 anos. Não foi encontrado nenhum caso de reação adverso e em muitos casos a melhora foi notável.
Uso da Chlorella em Naves Espaciais
A revista Reader’s Digest “Seleções”, de junho de 1954, em artigo escrito por Bill Davidson previu que a Chlorella será mais importante para a humanidade que a energia atômica. O Departamento de Medicina Espacial da Força Aérea dos USA pediu a cientistas da Universidade do Texas para pesquisar a possibilidade de produzir a Chlorella como fonte de alimento e oxigênio em naves espaciais.Foi também anunciado que a marinha do USA contratou a Universidade da Califórnia (UCLA) para pesquisar se a alga poderia ser usada para fornecer oxigênio e remover o dióxido de carbono de ambientes fechados, como os submarinos atômicos. A marinha também ajudou a desenvolver a alga como alimento para evitar a necessidade de enviar comboios carregados de alimentos para outros países em tempo de guerra.A revista Scientific Monthly, de outubro de 1956 publicou um considerável artigo denominado “Estudos para a Cultura de Grande Escala de Alga em Israel”, pelos Or. A. M. Mayer, Or. A. Ersenberg e A. Evenari, da Universidade Hebraica de Jerusalém. Seu artigo foi apresentado na Conferência de Energia Solar, em Tucson, Arizona, em outubro/novembro de 1955.
Chlorella para Alimentação Natural
Foi publicado na revista Popular Mechanics Magazinel de novembro de 1956, que engenheiros e cientistas da Universidade da Califórnia estavam investigando a possibilidade do emprego da Chlorella para alimentar animais domésticos e galinhas.A revista Science Magazine, de setembro de 19561 publicou uma reportagem com o resultado de várias pesquisas sobre o uso possível da alga como fonte de lisina e trenanina, para complemento do trigo e pães dietéticos. Observou-se que a Chlorella usada como complemento alimentar aumenta o crescimento e tornar mais saudáveis pintinhos e camundongos, enquanto outro tipo de alga não possui efeito semelhante.
Efeitos anticolesterol da Chlorella
Uma reportagem intitulada “Efeitos da Chlorella sobre o Nível do Colesterol no Sangue e no Fígado”, foi editada por um grupo de pesquisadores do Hospital Wakahisa, de Fukuoka, Japão, onde foram administrados 20 comprimidos diários a 16 pacientes durante três meses, sem nenhuma droga anticolesterol. A conclusão foi que o nível de colesterol baixou significativamente. (Or. M. Okuda, Or. T. Hasegawa, Or. M. Sonoda, Or. T. Okabe e Or. Y. Tamaka, do Jornal Japonês de Nutrição, número 33 de 03/08/1975.).
Efeito antitumor da Chlorella
Um trabalho conjunto de pesquisadores da Universidade de Kamazawa, Japão e de Taipei, em Taiwan, foi apresentado no Congresso Internacional de Reims, na França, em 1985. Ele falava sobre os efeitos antitumorais da Chlorella e excepcional aumento no sistema imunológico. Em vários estudos em cobaias, os tumores têm sido vencidos com a inoculação de derivados da célula da Chlorella. O notável aumento da força do sistema imunológico foi devido a administração da Chlorella. (“Imunomodulação por Alga Unicelular­ Chlorella Pyrenoidosa – e Atividades Anti- Tumor em Cobaias Inoculadas”, pelo Dr. N. Yamaguchi e equipe do Departamento de Hematologia e Microbiologia da Universidade de Kamazawa, Japão e Departamento de Bioquímica da Universidade de Taipei, Taiwan, na República da China).O ácido polissacarídeo Chlon A, obtido no extrato da Chlorella Pyrenoidosa mostra um excelente efeito carcinostático contra vários tumores em cobaias. Este efeito pode ser caracterizado pela ausência de alguma relação proporcional entre a quantidade de Chlon A e o efeito carcinostático. Em outras palavras: Chlon A exerce seu efeito em qualquer concentração. Mais ainda, Chlon A tem o efeito de intensificar o potencial de imunização, que é o aumento das células participantes da imunização. (“O Ácido Polissacarídeo, Chlon A, Chlorella Pyrenoidosa”, I. Umezawa e equipe, Quimioterapia, volume 34, número 4, 1986).
O Efeito da Chlorella na necrose do fígado
Baseado no relatório: “Sobre a Qualidade da Proteína e Necrose do Fígado, Fator Preventivo de Alga Unicelular”. Dr. Hermann Fink,Universidade de Cologne e Bonn, na Alemanha.
Estes Estudos se prolongam por mais de 20 anos. As pesquisas mostraram que a proteína da alga é “surpreendentemente de alta qualidade”, superior mesmo da clara de ovo e dos produtos do leite, e muito superior a proteína derivadas de plantas como espinafre e alfafa. Dr. Fink concluiu que a Chlorella pode prevenir a gangrena do fígado e sugeriu dar Chlorella às pessoas que sofrem de “Kwashiorkor” ao invés das proteínas do leite.
Efeitos desintoxicante da Chlorella
Desintoxicar e remover as substâncias tóxicas do nosso organismo. Estás substâncias são venenos que entram na pessoa vinda do exterior como pesticidas ou podem derivar do próprio organismo, isto é, quando o cólon (intestino) contém bactérias que produzem substâncias tóxicas ou, ainda, como resultado de metabolismo ineficiente. A Chlorella mostrou ser valiosa como agente desintoxicante. Sua capacidade desintoxicante é devido a sua única parede celular e Sporollenin.
Revertendo envenenamento por cádmio
A Chlorella une-se fortemente ao cádmio e o faz sair do organismo, diz o Dr. T. Nagano e seu grupo da Universidade de Farmácia de Shizuoka, Japão. Ele realizou estudos nos quais foram dados Chlorella e cádmio, para determinar se o cádmio seria absorvido pela Chlorella do organismo das cobaias. Para outras cobaias foi dado somente cádmio, sem Chlorella, por 10 dias e notou-se a diminuição do crescimento, enquanto que não houve problemas com as cobaias alimentadas com Chlorella e cádmio. O nível de cádmio no sangue foi determinado e demonstrado que o cádmio que se encontrava na Chlorella não foi absorvido pelo organismo das cobaias.O estudo do uso clínico da Chlorella para desintoxicação por cádmio foi relatado no Jornal Japonês de Higiene publicado em 1978. Ele demonstrou o aumento de excreção de cádmio de pacientes sofrendo de envenenamento por cádmio.
Efeitos da Chlorella nos diabetes
Foram distribuídos dois grupos de cobaias, sendo um normal e outra diabete congênita.Foi dado Chlorella a um grupo de cada. As cobaias diabéticas que não receberam a Chlorella começaram a morrer depois de sete meses de nascimento, e todas as outras morreram após dezenove meses. A média de prolongamento de vida foi de quinze meses. A extensão da vida das outras cobaias diabéticas que receberam a Chlorella foi de 22,6 meses. Nas cobaias normais, foi observado um significante prolongamento da vida. (Dr. Y. Yamaguchi, Departamento de Sorologia da Kamazawa Medicinal College, Japão, 1987).
Chlorella melhora a desintoxicação por mercúrio em estudo animal.
A Chlorella acelera a excreção de mercúrio em ratos, relatam cientistas da Sociedade Japonesa de Biociência, Biotecnologia e Agro química na Conferência realizada na cidade de Nagoya, Japão.
Pesquisadores separaram, por oito semanas, grupos de ratos fêmeas e deram, via oral, 5mg/kg de metilmercúrio ou 5mg/kg de metilmercúrio mais 100mg de pó de Chlorella. Um terceiro grupo de animais serviu como controle.Os autores do estudo mediram a taxa de excreção dos animais. Inicialmente, não houve nenhuma diferença significativa na excreção de mercúrio entre os grupos. Entretanto, após 24 horas, os animais que consumiram chlorella excretaram significativamente mais mercúrio comparado ao outro grupo de animais que receberam a mesma dose de mercúrio sem Chlorella. (Study presented at the Japan Society for Bioscience, Biotechnology and Agrochemistry conference held in Nagoya City, Japan, March 29-30, 2008.)
UMA ALGA DE MILHÕES DE ANOS
A Chrolella (Chlorella Vulgaris: ) é uma alga unicelular, microscópica, de água doce, muito rica em minerais, aminoácidos e compostos químicos orgânicos desintoxicantes.
O seu uso medicinal vem sendo intensificado a cada ano graças às transformações que a medicina mundial vem se submetendo. Sabe-se atualmente que a principal causa das doenças degenerativas que assolam a humanidade, tais como o câncer, a arteriosclerose, o reumatismo, a osteoporose, as doenças cardiovasculares, além do envelhecimento precoce e dos estresse, estão localizadas na alimentação rica em compostos sintéticos, nos excessos em geral (álcool, fumo, drogas, remédios, trabalho, ginástica etc), na poluição ambiental, na redução global da qualidade de vida, na tensão econômica e social, na preocupação excessiva e em outras de menor importância.A Chrolella constitui uma rica fonte de elementos compostos primários, sendo por isso capaz de repor as perdas orgânicas de micro-minerais e de cristais determinadas pelas causas acimas citadas.As fontes chamas secundárias (de origem animal) e terciárias (sintéticas) de vitaminas, proteínas e micro-elementos, não tem se mostrado capazes de contribuir para o tratamento ideal da preservação dos males modernos. Isto se deve ao fato de que a maior parte das doenças surgem como resultado de alterações do ambiente intracelular e não extra-celular: desse modo, as perdas minerais do interior das céluas, não são facilmente compensadas em virtude do enorme tamanho dos compostos provenientes das fontes secundárias e terciárias e que não passam com facilidades pelos poros da membrana celular.SÓmente o pequeno tamanho dos compostos e elementos originários das fontes primárias (geralmente de origem vegetal) conseguem penetrar o espaço intracelular e nutrir as células. A medicina moderna tem mostrado que o sangue e os demais humores do homem moderno apresentam-se carregados de radicais livres, de compostos ácidos, de toxinas, de resíduos oriundos de um metabolismo nitrogenado exagerado ( consumo excessivo de proteínas animais), mostrando-se muito viscoso, denso e ácido. Com isso tanto a nutrição das células, como a recepção de oxigênio e de gás carbônico (trocas gasosas) fica prejudicada. Também a capacidade das células de descarregar o seu material metabólico (desintoxicação), reduz-se substancialmente.
O uso de Chlorella, bem como experiências científicas, tem demonstrado a capacidade da Chlorella em modificar este quadro. No tratamento do stress, a Chlorella é eficiente graças a reposição mineral intracelular de que ela é capaz.
Experiencias em hospitais japoneses provaram que a Chlorella é muito eficaz no tratamento das úlceras gástricas e duodenais, no aumento das células de defesa do organismo, além de sua ação levemente laxante. Notou-se também a capacidade da Chlorella como anti-cancerígena e anti-reumática.
Mais recentemente a Chlorella tem sido empregada contra a obesidade, muito embora não possua nenhum componente capaz de fazer emagrecer diretamente, sabe-se que ela realmente favorece a perda de peso se ingerida antes das refeições: supre o sangue dos principais nutrientes necessários, produzindo assim inibição parcial da fome. Trata-se portanto, de um tipo de emagrecimento ‘fisiológico’ ideal, incapaz de produzir danos, curiosamente, depois de atingir o peso ideal, após o periodo de perda bem lenta, a pessoa não mais emagrece.A capacidade de desintoxicação e de depuração da Chlorella é de extrema valia nos dias atuais e torna-se o principal fator responsável pela sua ação terapêutica e preventiva para a maior parte das doenças que a alopatia não tem quase nenhum alcance.
Dr. Michiori Kimura, do Japão, encontrou níveis de 10% de RNA e 3% de DNA na Chlorella, o que fez dela o maior alimento conhecido em ácidos nucleicos. Usada regularmente a Chlorella ajuda a reparar o material genético danificado nas células humanas, protegendo a saúde e diminuindo o processo de envelhecimento.
A Chlorella, por não possuir efeitos negativos ou colaterais, pode ser indicada para pessoas de qualquer idade, sendo inclusive utilizada com sucesso como nutriente para bebês recém-nascidos que não podem ingerir leite materno. Para gestantes constitiu um recurso excelente para o bom desenvolvimento da criança, para um bom parto e para um bom aleitamento de alta qualidade.
Por isso, a Chlorella deve ser considerada como um produto biológico de ação restauradora, reequilibrante e preventiva, muito apropriada para os dias atuais.
O ALIMENTO NUTRITIVO DO SÉCULO-DEPOIMENTOS
Particularmente indico este “super-food” por tratar-se de excepcional nutracêutico indispensável a nossa era de poluição e estresse oxidativo. Alimentos como a Chlorella são vitais para o homem do ocidente e ferramenta generosa para promoção da saúde e prevenção de doenças (Alexandre Pimentel, escritor especializado em saúde e consultor na área de alimentação saudável).
Proteína, 20 vezes mais que o leite – Vitamina E, 14 vezes mais que o ferro – Vitamina B1, 4,6 vezes mais que o arroz – Vitamina B2, 11 vezes mais que o ovo – Cálcio, 2,1 vezes mais que o leite – Potássio, 5,8 vezes mais que o leite – Ferro, 46 vezes mais que o fígado.A Chlorella contém 65% de proteína de fina qualidade e também alta concentração de vitaminas e aminoácidos essenciais (Prof.Mitsuda/ Kyoto University).
A prisão de ventre foi resolvida pela aceleração da energia ativa no intestino com uso da Chlorella como preventivo da leucopenia que normalmente surge como efeito colateral no tratamento do câncer, sendo assim é ideal para clínica deste último (Dr.Saito/Japão).O uso constante da Chlorella como fortificante já foi constatado. Funciona como preventivo da necrose hepática e supre a falta de hidrocarbomato no organismo (Dr. Fink/Alemanha).A principal razão de meu entusiasmo pela Chlorella é seu benefício de construir a saúde e a eliminação de toxinas do organismo sem efeitos colaterais indesejáveis (Dra. Susan Jones/PhD U.C.L.A.,EUA).
“Eu enfatizo firmemente o uso da Chlorella na alimentação daqueles que estão interessados numa saúde melhor. Chlorella é um excelente purificador orgânico e contém muitos nutrientes valiosos” (Dr. David Steenblock/M. S.,EUA).
A Chlorella pyrenoidosa é uma micro-alga unicelular de água doce que pode ajudar no controle de obesidade e assim eliminar o uso de moderadores de apetite (Dra. Leonor Angela Barros/Médica endocrinologista, RJ)
Um dos maiores benefícios da Chlorella é a capacidade de balancear a bioquímica do sangue (Dr. Bernard Jensen/ D.C. PhD, EUA).
DICAS ÚTEIS DE CONSUMO, ESCOLHA E DOSAGEM
Utilizada em dietas detox
Sim. Pode ser utilizada em dietas detox (dieta desintoxicante), pois a chlorella auxilia na eliminação de toxinas presentes no organismo.
Ajuda no emagrecimento
Auxilia na redução de gordura corporal, pois promove sensação de saciedade.
Variações
A chlorella pode ser apresentada em pó e cápsulas. As duas formas são indicadas.
Quantidade diária recomendada
Varia muito em cada caso, levando em consideração particularidades de cada pessoa, mas normalmente a indicação é de 500mg duas vezes ao dia.
Cuidados na hora de comprar
Deve-se sempre analisar se existem outros compostos adicionados. O ideal é escolher a chlorella totalmente pura, sem produtos adicionais. O mais indicado é optar pela chlorella pyrenoidosa por possuir melhor qualidade, quando comparada à composição da Chlorella vulgaris.
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Divulgação: A Luz é Invencível