quarta-feira, 24 de agosto de 2016

PROBIÓTICOS-As bactérias do bem -Saiba o que são e como fugir das enganações industrializadas

PROBIÓTICOS-As bactérias do bem -Saiba o que são e como fugir das enganações industrializadas

O termo probiótico deriva do grego e significa “pró-vida”. São microrganismos vivos naturalmente encontrados no intestino e que trazem benefícios ao organismo, como por exemplo a proteção contra agentes infecciosos, prevenção de doenças e a preservação da flora intestinal.A má alimentação, problemas intestinais, uso crônico de antibióticos e laxantes podem prejudicar a flora intestinal reduzindo consideravelmente o número de bactérias probióticas no intestino. Nestes casos a suplementação e a inserção de alimentos ricos em probióticos na dieta se tornam necessárias. Saiba o que são, onde são encontrados e como incluir em sua alimentação os alimentos probióticos.
Probióticos são microorganismos vivos que podem conferir um benefício à saúde do hospedeiro. A Organização Mundial de Saúde define probióticos como “organismos vivos que, quando administrados em quantidades adequadas, conferem benefício à saúde do hospedeiro” (FAO/WHO, 2001).Os probióticos são bactérias benéficas que melhoram a saúde do intestino facilitando a digestão e a absorção de nutrientes.Assim, o consumo regular de alimentos probióticos ajuda o funcionamento intestinal e ainda fortalece o sistema imune, ajudando a prevenir doenças, como gripes e resfriados.
Os probióticos estudados e utilizados em humanos são bactérias láticas (Lactobacillus, Bifidobacterium, Streptococcus e Enterococcus) e leveduras (Saccharomyces boulardii), encontrados normalmente nos leites fermentados, iogurtes e coalhadas”; É importante lembrar que por serem derivados de leite, esses alimentos, e também os industrializados, contém altas concentrações de gordura e aditivos como hormônios e antibióticos, sem contar os corantes, espessantes e outras químics nocivas ao organismo, sendo assim, sugere-se optar pos alimentos com contrações reduzidas de gordura e açúcar, para evitar o desequilíbrio do peso.
Além disso, atualmente existem no mercado comprimidos, cápsulas e sachês(pode mandar manipular em uma farmácia de confiança) que contêm a bactéria na forma liofilizada, que não necessitam de refrigeração para se manter vivas ao contrário das bactérias encontradas nos leites fermentados ou iogurtes que podem ser perdidas se não estiverem sob refrigeração.

A diferença dos PREBIÓTICOS E PROBIÓTICOS

PREBIÓTICOS, são fibras alimentares, solúveis, resistentes às enzimas digestivas do nosso organismo, ou seja, não são digeridos nem absorvidos pelo corpo, mas então para que servem? Auxiliam a formação de bolo fecal, melhoram o trânsito intestinal, diminuem triglicérides sanguíneos, regulam também a glicemia e participam da formação de bifidobactérias no intestino, melhorando a imunidade dos indivíduos pois reforçam a flora bacteriana intestinal.
PROBIÓTICOS, são microorganismos vivos que agem principalmente no intestino. Ajudam a reforçar o desenvolvimento de bactérias saudáveis, aumentado a resistência imunológica conta agentes estranhos que possam vir a debilitar as pessoas. Em alguns produtos ou suplementos alimentares o consumidor poderá encontrar a composição de pré e probióticos associados em um só produto, essa sinergia é chamada de SIMBIÓTICO.

Quando os Probióticos devem ser tomados? Antes, durante ou após as refeições?

Embora os alimentos possam ser os melhores veículos para os probióticos do que os suplementos (fibras dietéticas adicionadas à dosagem da cápsula), se não optar por ir com estes  suplementos, os probióticos devem ser tomados antes, durante ou após as refeições?Quando se trata de suplementos probióticos vendidos em cápsulas a literatura comercial é muitas vezes confusa, em que, por vezes, o consumidor é orientado a tomar as refeições com os probióticos, outras vezes, antes ou após as refeições e ocasionalmente, com o estômago vazio. Isto levou a uma confusão grave  para o consumidor. Para ser capaz de medir as concentrações dos probióticos, minuto a minuto durante todo o processo, os pesquisadores tiveram que construir um falso trato digestivo, com o estômago e intestinos, mas completo com saliva real e enzimas digestivas, ácido, bile, etc. Avaliando a sobrevivência de três tipos diferentes de probióticos, antes, durante e após as refeições  e separadamente fazendo uso da aveia e leite, leite sozinho, sumo de maçã, sucos ou água. O que eles acharam?
Conclusão: a sobrevivência das bactérias probióticas foi melhor quando fornecido dentro de 30 minutos antes ou simultaneamente com uma refeição ou uma bebida que continha algum teor de gordura.
Fonte: http://nutritionfacts.org/video/should-probiotics-be-taken-before-during-or-after-meals/
O que são “Lactobacilos Vivos” e pra que servem?
São bactérias dentro do nosso corpo nem sempre são sinal de doença. Muito pelo contrário: cada milímetro quadrado de um intestino saudável deve ter cerca de 10 bilhões de microorganismos vivendo nele para funcionar corretamente. Essa é a chamada flora intestinal, que, em muitos casos, têm seu número reduzido, seja por alguma enfermidade,má alimentação, alimentação industrializada ou seja pelo uso de antibióticos/remédios. Isso não apenas dificulta a digestão, como torna o aparelho digestivo vulnerável ao ataque de microorganismos nocivos.É aí que entram os tais lactobacilos, para ajudar a combater essa carência da flora intestinal. As bactérias do gênero lactobacillus não são as mais numerosas, mas têm uma grande vantagem: podem ser ingeridas e ainda chegar vivas ao intestino, atravessando sem problemas o estômago, ambiente ácido onde a maioria dos microorganismos não sobrevive. Uma vez no intestino, esses seres se reproduzem com grande rapidez e ainda criam um ambiente propício para que outras bactérias benignas possam se estabelecer ali. Como se não bastasse, eles produzem um muco que protege as vilosidades (pequenas dobraduras) intestinais e também sintetizam parte das vitaminas do complexo B de que necessitamos.
Os produtos comercializados(cuidado com a procedência,leia os rótulos atentamente ,mas prefira os orgânicos) que contêm lactobacilos vivos são o iogurte e os chamados probióticos: alimentos especialmente destinados a ajudar nosso sistema digestivo pela introdução de microorganismos.Tome cuidado com produtos industrializados do tipo-Yogurte Grego,outros tipos que dizem possuir probióticos, mas contém quantidades ínfimas e muitos outros aditivos perigosos- A vantagem dos produtos probióticos orgânicos e sem aditivos é que eles usam organismos genéticamente selecionados, que comprovadamente chegam vivos ao intestino em quase 100%, enquanto os lactobacilos do iogurte sobrevivem em escala bem menor
Pergunta: Como posso conseguir lactobacilos vivos para criar?
É possível encontrar uma planta chamada “Kefir” em lojas de produtos naturais. Aí existe uma receita específica para cultivá-lo tendo sempre em casa o Iogurte natural-de procedência orgânica- rico em lactobacilos para consumo.
Receita de bebida probiótica caseira 
É muito simples, tudo não passa de uma simples multiplicação de lactobacilos, veja só: Leve o leite de boa procedência ao fogo e após começar a ferver, conte 10 segundos e desligue o fogo. Deixe esfriar na própria panela em que ferveu e monitore a temperatura com um termômetro. Quando estiver em aproximadamente 37 graus, adicione o copinho de um probiótico natural-base original e mexa um pouco. Cubra com um pano e deixe repousar por um dia. Depois desse tempo, coloque na geladeira.
Indicação: 1  probiótico como esse por dia é indicado para qualquer pessoa para proteger a flora intestinal, melhorar a imunidade e, principalmente, beneficiar o funcionamento do intestino. Quanto mais lactobacilos melhor!
LISTA DE ALIMENTOS COM PROBIÓTICOS-(Nota-Deve-se atentar para a procedência do produto e a maneira como é feita-Todos os industrializados são feitos fora das regras do alimento natural e sem conservantes-DÊ PREFERÊNCIA AOS FERMENTADOS-apesar de estarmos informando sobre o assunto,não aconselhamos o consumo dos produtos que tem leite de vaca comercial em sua composição-se optar por consumir,utilize sempre com moderação-USE LEITE DE CÔCO PARA FAZER O YOGURTE FERMENTADO E O KEFIR-ASSISTA O VIDEO ABAIXO DO DR LAIR RIBEIRO FALANDO SOBRE ISSO-VER ARTIGO SOBRE OS PERIGOS DO LEITE DE VACA)
1. Iogurte: No iogurte o açúcar é transformado em ácido láctico através da fermentação bacteriana. Seu consumo é muito recomendado devido às propriedades nutricionais que possui e aos fermentos lácteos presentes na composição.(cuidado com a procedência do leite-os leites industrializados geralmente não “talham” devido ao formol e outros aditivos que contém para sua conservação)
2. Leite Fermentado: Alimento obtido através da fermentação láctea por fermentos próprios. Na sua produção, ocorre uma diminuição do pH do leite. É considerado um alimento funcional e contém probióticos em quantidade considerável.
3. Queijo: Alimento feito a partir da coagulação do leite através de culturas bacterianas que transformam os açúcares do leite em ácido láctico, assim como ocorre no iogurte. Além de ser rico em probióticos, o queijo é um bom complemento alimentar, rico em proteína, cálcio e fósforo.(a procedência do leite com que é feito o queijo é fator determinante para a qualidade do produto)
4. Coalhada: Coalhada ou leite coalhado é a parte sólida, resultante da coagulação do leite. Contribui para o equilíbrio da flora intestinal promovendo a sua regularidade. É muito rica em probióticos.
5. Chucrute: O chucrute é uma conserva de repolho fermentado. Além de ser fonte de vitamina C também tem grande quantidade de probióticos. A receita mais tradicional de preparação é a que utiliza apenas repolho, água e sal.(este é para os veganos e para os que se abstém de leite e derivados-o melhor)
6. Missô: Missô é um ingrediente tradicional da culinária japonesa feito a partir da fermentação do arroz, cevada e soja com sal. O resultado é uma pasta usada principalmente para fazer a sopa de missô. Devido ao processo de fermentação também é rico em probióticos.(outra opção bem saudável)
7. Molho shoyu: O molho shoyu é fabricado a partir de uma mistura de grãos de soja fermentados por microrganismos. Pode ser utilizado para temperar saladas e na preparação de alguns pratos.(CUIDADO COM O EXCESSO DE SAL E A SOJA PODE SER TRANSGÊNICA-FIQUE ATENTO)
8. Kefir: Diferentemente do iogurte que é fermentado apenas por lactobacilos, o kefir é fermentado por trinta e sete tipos diferentes de microorganismos em sua colônia, incluindo as leveduras o que garante um alimento rico em probióticos.(kefir é uma espécie de leite fermentando
O MAIS RECOMENDADO DE TODOS)
ASSISTA O VÍDEO DO Dr LAIR RIBEIRO SOBRE O KEFIR
9. Cápsulas Probióticas: Hoje estão disponíveis no mercado uma série de complexos ricos em bactérias probióticas. São indicados para quem tem dificuldades em inserir na alimentação os alimentos lácteos. Um ponto positivo é que as cápsulas não precisam de refrigeração. O consumo deve ser feito sob orientação médica.(ALTAMENTE RECOMENDADO)
10. Probióticos solúveis: Assim como as cápsulas, os probióticos solúveis também têm se tornado populares. O preparo se dá como os sucos instantâneos, basta misturar o conteúdo do sachê em 200ml de água. Prometem suprir a necessidade diária de probióticos do organismo.(CUIDADO COM ENGANAÇÕES E SUPOSTAS QUANTIDADES DE PROBIÓTICOS, QUE NO FINAL, SÃO IRRISÓRIAS E VOCE ACABA INGERINDO MAIS PRODUTOS QUIMICOS)
Pão: Os pães fermentados são feitos com ingredientes naturais e embalados para dar-lhes fermentação e sabor. Muitos pães artesanais são fermentados,então pergunte sempre pela maneira como é feito se você estiver interessado. Nota-Todas as leveduras são desativados por cozimento.
Chocolate: grãos de cacau inteiros são fermentados antes de ser transformado em chocolate. O processo remove alguns taninos amargos e adiciona complexidade ao chocolate acabado. Quando o cacau é cozido,  não há culturas ativas .
Iogurte de leite vegetal;  é semeado com uma cultura bacteriana e deixado para fermentar, em seguida, resfriado para retardar as bactérias vivas (probióticos). É amplamente disponível como o  Kefir .
Kombucha: A bebida carbonatada feita a partir de chá que vem em muitos sabores, que podem ser tomados sózinho ou misturado com sucos em cocktails, molhos .
Kraut:  é feito simplesmente  de  repolho salgado picado; existe um tempo de espera para as lactobactérias  fazerem seu trabalho. Existem muitas versões de couve fermentada, originários de países em todo o mundo, com vários vegetais e condimentos adicionados. Você pode achar kimchi coreano em casas de produtos importados ou asiáticos, tsukemono japonesa e repolho salgado chinês (span ka) são encontrados também nos mercados asiáticos e restaurantes.
Missô: Esta é uma pasta salgada feita a partir de soja  fermentada e outros grãos e cereais. Tem algumas culturas ativas; molho de soja e molho de peixe fermentado são pasteurizados para matar as bactérias.Todos os três estão disponíveis em muitos supermercados,  cooperativas e mercados asiáticos.
Oliveiras: O estilo grego da preservação de oliva é  fermentar as azeitonas em sal;azeitonas curadas  são fermentadas em óleo. Outros estilos não são fermentados e, geralmente, são processados com soda cáustica. Procure azeitonas fermentadas á  frio em casas especializadas.
Pickles:  a maioria são simplesmente cozidos em um banho de vinagre. Observe o rótulo se são fermentados;se são, vale a pena  por sua textura crocante e sabor extra.
Tempeh: Este é um alimento fermentado, geralmente feito com soja, muitas vezes com outros grãos e cereais misturados;a fermentação faz com que seja de mais fácil digestão e dá-lhe uma textura parecida com a carne.;experimente marinado e cozido , adicionado a sanduíches ou saladas.
Na medicina, os probióticos são usados na prevenção e tratamento de doenças;vários estudos relatam os benefícios atribuídos aos probióticos na preservação da integridade intestinal e atenuação dos efeitos de doenças intestinais, como diarréia e doença intestinal inflamatória. “Há ainda evidências de que os probióticos estimulem a resposta imunológica, na modulação de reações alérgicas, na melhoria da saúde urogenital de mulheres e nos níveis sanguíneos de lipídeos”
A síntese de vitaminas do complexo B, absorção de cálcio, como imunomoduladores, a inibição da carcinogênese (tumores), a redução das concentrações de colesterol, e aumento da tolerância e digestibilidade da lactose também são alguns benefícios .
NOTA IMPORTANTE-Apesar dos muitos benefícios para a manutenção da saúde, o consumo de probióticos deve estar associado a hábitos de vida saudáveis. Converse com seu nutricionista ou médico antes de fazer qualquer alteração na sua alimentação. Siga uma dieta equilibrada e pratique exercícios físicos regularmente.

Para que servem os probióticos

Os principais benefícios dos probióticos incluem:
  • Combater doenças intestinais, como colite, síndrome do intestino irritável, doença de Chron e inflamação intestinal;
  • Combater a candidíase, hemorroidas e infecção urinária.
  • Melhorar a digestão e diminuir a azia;
  • Aumentar a absorção de alguns nutrientes, como vitamina B ou metionina;
  • Aumentar a produção de macrófagos, que são células de defesa do organismo;
AVISO IMPORTANTE-Emboras os benefícios dos probióticos para a saúde sejam amplos é importante consultar um nutricionista ou clínico geral antes de iniciar a ingestão de cápsulas de probióticos, por exemplo.

Veja outras dicas para melhorar o funcionamento intestinal:

  • Iogurte caseiro para combater a prisão de ventre
  • Remédio caseiro para intestino preso
  • Sucos laxantes para soltar o intestino
  • Veja 8 alimentos ricos em probióticos que ajudam a emagrecer

    Probióticos são micro-organismos vivos que atuam como fermentadores. Quando ingeridos na forma de alguns alimentos, proporcionam efeitos benéficos à saúde.
    Segundo Karla Leal, nutricionista da PronoKal Brasil, “os probióticos preservam a flora intestinal como um todo, aumentando o número de bactérias benéficas e diminuindo a população dos micro-organismos patogênicos que podem causar doenças”.A ação dos probióticos no intestino também aumenta a absorção de nutrientes e pode até mesmo melhorar o humor;Cerca de 90% da serotonina, o hormônio regulador do humor, é produzida no intestino. Por isso, se ele estiver desequilibrado, pode levar a depressão, por exemplo.
    Fabricação
    Alguns alimentos lácteos fermentados contêm probióticos por terem sido enriquecidos com os micro-organismos em seu processo de fabricação. Daí a importância de sempre consultar os rótulos antes de consumir o alimento; a temperatura de transporte e armazenamento dos produtos é fundamental para garantir o efeito probiótico deles. Devido a estes fatores, a garantia de ingestão adequada destes micro-organismos pode ser bastante prejudicada.Diante destas limitações,  os probióticos também podem ser consumidos na forma de suplementos, como cápsulas e em pó.

    Alimentos probióticos fazem bem mais do que regular o seu intestino

    Eles fortalecem o seu sistema imune e até diminuem a formação de gases

    alimentos probióticos são aqueles que apresentam bactérias vantajosas ao organismo, como as encontradas em iogurtes e leite fermentado . Entre os exemplos mais comuns, a especialista cita os microorganismos chamados Lactobacillus, Streptococcus e Bifidobactérias.
    Listando os benefícios oferecidos por tais alimentos,  destaca-se a atuação deles no nosso intestino. As bactérias presentes nos probióticos são resistentes às enzimas digestórias, chegando intactas ao intestino. Isso afeta o consumidor de forma positiva por inúmeros e variados processos .Ela explica que o trato gastrointestinal possui mais de 400 tipos de espécies de bactérias. Quando essas bactérias são ingeridas pela alimentação, contribuímos para o aumento da microflora intestinal, intensificando suas ações .Mais uma boa notícia é que as vantagens dos alimentos probióticos não ficam apenas ao redor do bom funcionamento do intestino; esses alimentos aumentam o valor nutritivo e terapêutico dos demais alimentos, já que promovem uma melhora na absorção de vitaminas e minerais. Além disso, por meio de uma maior produção de células protetoras, os probióticos ainda fortalecem o sistema imunológico;os probióticos também entram em cena no tratamento de pessoas com intolerância à lactose (açúcar do leite). Os microorganismos hidrolisam a lactose e, com isso, diminuem a formação de gases, edema e agressão à mucosa intestinal .
    Não desperdice os benefícios
    Para desfrutar de todas as vantagens dos probióticos, é aconselhado  que eles sejam incluídos no menu diáriamente. Isso garante que seus efeitos sejam contínuos. Para adultos, a dose recomendada é de 5 bilhões de unidades formadoras de colônias, durante, pelo menos, cinco dias. Na prática, a quantidade recomendada corresponde à ingestão diária de dois a três iogurtes com culturas probióticas ; a concentração de probióticos é bem variada, conforme o produto. Não há padrões de identidade dos níveis das bactérias no iogurte e outros produtos lácteos.
    Mais um aspecto importante na hora de esbanjar os benefícios desses alimentos diz respeito a todo o seu cardápio. Se você não seguir uma alimentação balanceada, a ação dos microorganismos será diminuída e os resultados dependem de um conjunto de fatores. De nada adianta seguir uma dieta com baixo consumo de fibras e ingerir uma grande quantidade de leite fermentado para que o trânsito intestinal melhore .
    LEIA MAIS
    O estilo de vida de um indivíduo (alimentação ou tipo de roupas) bem como a idade, sexo e local de vida podem influenciar a variabilidade dos microorganismos presentes. De fato, um bebê quando está no útero de sua mãe encontra-se em ambiente estéril e durante o parto a pele do recém nascido é colonizada pelos microrganismos presentes no canal vaginal ou da pele da mãe (no caso de cesariana). Já na puberdade, o microbioma da pele pode ser amplamente alterado pelo aumento de bactérias lipofílicas, que se proliferam graças à maior produção de sebo na superfície da pele, causada pela alteração dos hormônios sexuais característicos dessa fase.
    O uso de antibióticos, e outros fatores, também causam alteração da microbiota. Agentes de uso contínuo como sabões, cremes, produtos de higiene pessoal e cosméticos também possuem uma grande responsabilidade na alteração dessa microbiota. No entanto, até o momento, nenhum estudo verificou a mudança desse ecossistema na presença de doenças em detalhes moleculares.
    Nos Estados Unidos, em 2007, o NIH (National  Institutes of Health) iniciou um projeto denominadoHumanMicrobiomeProject (Projeto do Microbioma Humano), com investimentos de aproximadamente $140 milhões de dólares por 5 anos, que tem como objetivo caracterizar a microbiota de várias partes do corpo humano, como fossas nasais, cavidades orais, pele, trato gastrointestinal e urogenitais e investigar a sua relação com a saúde humana.
    Este tipo de iniciativa, e a utilização de técnicas moleculares modernas e análise por metagenômica podem ser de grande utilidade para o desenvolvimento de novos produtos e medicamentos, que podem auxiliar na cura de doenças bem como na melhoria da qualidade de vida e bem estar dos seres humanos. Talvez, em alguns anos, tenhamos produtos cosméticos desenhados não apenas para certos tipos de pele, mas também planejados para favorecer microorganismos simbiontes, da mesma forma que consumimos alimentos probióticos atualmente.
    Referências:
    Grice EA and Segre JA. The skin microbiome. Nature Reviews Microbiology 9, 244-253 (2011).
    Grice EA et al. Topographical and temporal diversity of the human skin microbiome. Science 324, 1190–1192 (2009).

    Ingestão de bactérias “boas” do intestino diminui inflamação que deflagra tumores, diz estudo

    Ação anti-inflamatória de bactérias retardou o surgimento de câncer em ratos; combate a mecanismo inflamatório é uma das apostas da ciência para conter doença
    O papel da flora intestinal em algumas doenças tem sido objeto de estudo da ciência com resultados interessantes. Pesquisas recentes mostraram que um desequilíbrio desses micro-organismos contribui para um risco aumentado para obesidade e diabetes tipo 2. Também na esteira desses achados, um outro estudo integra-se ao corpo de evidências dos benefícios desses seres habitantes do intestino. Análises em ratos mostraram que algumas têm potencial para a prevenção de tumores malignos. A pesquisa, publicada no periódico Plos One  e feita na Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), nos Estados Unidos, mostrou que o poder anti-inflamatório de parte desses organismos pode ajudar a prevenir alguns tipos de câncer. O achado da equipe do pesquisador Robert Schiestl não vem do nada e é corroborado pela relação entre a inflamação e o câncer, há muito tempo discutido na literatura médica.

    Os cientistas já sabem, por exemplo, que os tumores podem surgir de mecanismos como infecções e irritação crônica –e a inflamação tem um papel importante nesse processo. Ela é uma resposta do sistema imune à infecção e media a regeneração do tecido doente. Em alguns casos, entretanto, essa resposta inflamatória sai do controle e não cessa depois de “consertar” o estrago. O fenômeno, assim, possibilita o crescimento de células estranhas ao corpo, os tumores.

    A inflamação é um mecanismo importante para entender surgimento de tumores e estudo sugere que probióticos podem contê-la. Foto: Ingimage
    A inflamação é um mecanismo importante para entender surgimento de tumores e estudo sugere que probióticos podem contê-la. No intestino, há dois tipos de bactérias: as que possuem propriedades anti-inflamatórias e as que contribuem para a inflamação. O corpo humano possui aproximadamente 10 trilhões de células de bactérias. Para se ter uma ideia do volume, o número é dez vezes maior ao montante de células humanas que, somadas, chegam a somente 1 trilhão.

    Como foi a pesquisa

    Para avaliar se as bactérias com propriedades anti-inflamatórias seriam capazes de prevenir o surgimento de tumores, os cientistas isolaram a Lactobacillus johnsonii 456, a mais abundante das bactérias benéficas e utilizada também fora da medicina para fazer kefir, iogurte e chucrute, por exemplo.Depois, os pesquisadores usaram ratos que tinham mutações em um gene chamado ATM, o que os tornava suscetível a um distúrbio neurológico chamado Ataxia Telangiectasia. O distúrbio, que afeta 1 em cada 100.000 pessoas, está associado a uma elevada incidência de leucemia, linfomas e outros cânceres e possui sintomas diversos, como dificuldade de locomação, de fala e deficiência imunológica. Os ratos foram divididos em dois grupos -um que recebeu apenas bactérias anti-inflamatórias e outro que recebeu uma mistura de ambas (inflamatórias e anti-inflamatórias, configuração natural do intestino).

    Entre outros resultados, os ratos que receberam as bactérias anti-inflamatórias demoraram mais para desenvolver o linfoma, mesmo sendo portadores do gene mutante que predispõe à condição. Também essas cobaias viveram quatro vezes mais e registraram menos dano ao DNA e inflamação.

    A redução da inflamação é uma meta importante porque, além do câncer, a condição desempenha um papel chave em muitas doenças, incluindo neurodegenerativas, doenças do coração, artrite e lúpus.
    Estudo foi comandado pelo pesquisador Robert Schiestl, da Universidade da Califórnia em Los Angeles (EUA). Foto: UCLA
    Estudo foi comandado pelo pesquisador Robert Schiestl, da Universidade da Califórnia em Los Angeles (EUA). Foto: UCLA
    Pesquisa anterior da UCLA já tinha apresentado a primeira evidência de uma relação entre a microbiota intestinal e o aparecimento de linfoma, um câncer que se origina no sistema imunológico. O novo estudo explica como essa microbiota poderia retardar o aparecimento de câncer, e sugere que os suplementos probióticos podem ajudar na prevenção.

    “Juntos, estes resultados dão credibilidade à noção de que a manipulação de composição microbiana poderia ser usado como uma estratégia eficaz para prevenir ou aliviar suscetibilidade ao câncer”, escrevem os pesquisadores.


    Leia o estudo:

    “Chemopreventive Metabolites Are Correlated with a Change in Intestinal Microbiota Measured in A-T Mice and Decreased Carcinogenesis.” Disponível em:http://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0151190
    NOTA IMPORTANTE E CONCLUSÕES FINAIS
  • Os laticínios como leites fermentados e Yogurtes são as principais fontes de probióticos, e por serem derivados do próprio leite, explicamos que nesse caso, quando o fermentamos, o Ph do leite se modifica e as bactérias probióticas conseguem digerir parcialmente as enzimas da lactose, o que é um pouco menos maléfico para o nosso sistema, já que estamos tratando de leite. Esses probióticos que estão nos já tão conhecidos leites fermentados com “lactobacillus vivos”, ajudam muito na digestão, mas é necessário ler o rótulo desses produtos para se certificar sobre a presença dos probióticos! A dose “ideal” das bactérias adequadas para aumentar a quantidade de bactérias benéficas para o organismo é inatingível por meio desses produtos, e por isso mesmo o consumo de probióticos deve ser feito diáriamente e com muito cuidado e análise do que estamos ingerindo.Além desses, produtos derivados da soja (mas atenção: soja fermentada, não aquela transgênica produzida pela indústria e presente nos alimentos industrializados, essa soja fermentada inclusive é muito benéfica e deve ser consumida como alternativa, conhecemos ela como tofu) têm se revelado boas fontes de probióticos, assim como outros têm sido estudados, pois estão revelando o mesmo benefício, como  extratos de sementes vegetais ;  Entretanto, é importante destacar que é bom balancear o consumo desses alimentos, que são mais disponíveis e de fácil acesso. Conter probióticos pode prevenir uma doença, mas alguns desses alimentos podem não prevenir outras. Por isso a importância de um acompanhamento nutricional. Os leites fermentados fontes de probióticos podem ser ingeridos diariamente, mas é  aconselhável a escolha de outras fontes de probióticos, uma vez que sabemos todos os malefícios do leite (mesmo que o fermentado reduza um pouco-veja post sobre os perigos do leite), então procurem se aliar à soja e outro tão benéfico quanto, chamado de Kefir, que também é um probiótico produzido através da fermentação do leite e possui bactérias que os iogurtes não contém, como o Lactobacillus caucasus, leuconostoc e espécies de acetobacter e streptococcus, além de algumas leveduras benéficas que dominam, controlam e eliminam as leveduras prejudiciais presentes no organismo.Os benefícios do Kefir (que pode ser feito a partir de qualquer tipo de leite-Côco, amêndoa,arroz,cânhamo-se for de origem  animal prefira o de búfala ou cabra,menos comprometidos industrialmente com aditivos) são inúmeros: ele incrementa o valor biológico das proteínas do leite, uma vez que as suas próprias são parcialmente digeridas, e assim, mais facilmente utilizadas pelo organismo. O triptofano, um dos aminoácidos essenciais e muito presente no Kefir, atua benéficamente no sistema nervoso. Além disso, ele é capaz de sintetizar o ácido láctico, que diminui a intolerância a lactose e favorece a digestão do leite, mesmo para pessoas que sejam sensíveis a ele. O kefir também sintetiza vitaminas do complexo B, ativa o sistema imunológico, equilibra a flora intestinal e a regula, além de ter um efeito de “limpeza” no corpo todo, diminuir o risco de contrair câncer (principalmente o de cólon) e reduzir o LDL (colesterol ruim).Utilize o leite de côco, amêndoas, arroz ou proteína isolada de soja para fazer seus yogurtes fermentados evitando o consumo de leite de vaca.Veja nos posts relacionados o post sobre os perigos do leite.
  • EQUIPE DA LUZ É INVENCÍVEL
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  • Nota:Biblioteca VirtualCONSULTE NOSSO CANAL DE VÍDEOSDivulgação: A Luz é Invencível
    A “Luz é Invencível” tem por norma não publicar links que não estejam ligados ao texto postado.Pedimos a compreensão de todos, e para qualquer dúvida, temos nossa caixa de sugestões onde todos podem livremente fazer suas colocações que serão arquivadas para consultas posteriores.
    Nós agradecemos a compreensão de voces.

domingo, 21 de agosto de 2016

ALERTA ALIMENTAR-Glúten: O que você não sabe pode matá-lo

Glúten: O que você não sabe pode matá-lo-Por Dr Mark Hyman-

Mark Hyman, médico e fundador do Centro do UltraBemEstar (UltraWellness Center) e pioneiro da medicina funcional. 

 Fonte-The Huffington Post

Se você come hambúrgueres com queijo ou batatas fritas todos os dias ou bebe seis refrigerantes por dia, sabe provavelmente que está encurtando a sua vida. Mas comer um pedaço de pão integral escuro e delicioso – como pode isso ser mau?Bem, o pão contém glúten, uma proteína encontrada no trigo, cevada, centeio, aveia . Está escondida na pizza, massas, pão e em todo o tipo de comidas processadas. Claramente, o glúten é um alimento base da dieta Americana e ganhou espaço enorme nas dietas ao redor do mundo.
O que a maioria das pessoas não sabem é que o glúten pode causar complicações de saúde sérias para muitos. Você pode estar em risco mesmo não tendo um diagnóstico completo da doença celíaca.
Os perigos do glúten
Um recente grande estudo descrito no Jornal da Associação Médica Americana descobriu que pessoas diagnosticadas, não diagnosticadas e com doença latente celíaca ou sensibilidade ao glúten têm um maior risco de morte, maioritariamente de doenças cardíacas e câncer .O estudo utilizou quase 30.000 pacientes desde 1969 até 2008 e examinou mortes em três grupos: aqueles com um diagnóstico completo da doença celíaca, aqueles com inflamação intestinal mas não com um diagnóstico completo da doença celíaca e aqueles com doença celíaca latente ou sensibilidade ao glúten (elevados anticorpos de glúten mas com biopsia intestinal negativa).As descobertas foram dramáticas. Houve um aumento de 39% no risco de morte daqueles com doença celíaca, um aumento de 72% naqueles com inflamação intestinal relacionada com glúten e 35% de aumento naqueles com sensibilidade ao glúten mas não com doença celíaca.Isto é uma pesquisa inovadora que prova que não é necessário ter um diagnóstico completo da doença celíaca com uma biopsia positiva intestinal (que é o que o pensamento convencional nos diz) para ter sérios problemas de saúde e complicações – até morte – com causa na ingestão de glúten.Ainda assim uns estimados 99% de pessoas que têm problemas com a ingestão de glúten nem sabem disso. Atribuem a sua falta de saúde ou sintomas a outra qualquer coisa, e não à sensibilidade ao glúten, que é curável a 100%.
E aqui ficam mais algumas noticias chocantes …
Outro estudo comparando o sangue de 10.000 pessoas de à 50 anos atrás com 10.000 pessoas actuais, descobriu que a incidência da doença celíaca aumentou em 400% (anticorpos TTG) durante este período de tempo.  Se nós víssemos um aumento de 400% em doenças cardíacas ou câncer, isto seriam noticias de manchete. Mas não ouvimos nada sobre isto.
Problemas de glúten não diagnosticados custam ao serviço de saúde Americano rios de dinheiro. O Dr. Peter Green, Professor de Medicina Clínica no Colégio de Médicos e Cirurgiões na Universidade de Colômbia estudou todos os 10 milhões de subscritores do CIGNA e descobriu que aqueles que foram corretamente diagnosticados com a doença celíaca usavam menos serviços médicos e reduziram os seus custos de saúde em 30%.  O problema é que apenas 1% daqueles com o problema foram realmente diagnosticados. Isso significa que 99% sofrem sem saberem disso, custando ao sistema de saúde milhões de dólares.E não são apenas alguns que sofrem, mas milhões. Muitas pessoas  têm sensibilidade ao glúten do que você pensa – especialmente aqueles que estão crônicamente doentes. A forma mais séria de alergia ao glúten, a doença celíaca, afeta uma em cem pessoas, ou três milhões de Americanos, a maioria dos quais não sabe que a têm. Mas formas menos sérias de sensibilidade ao glúten são ainda mais comuns e podem afetar até um terço da população mundial.
Porque é que você não ouviu muito sobre isto?
Bem, em boa verdade ouviu, mas não se apercebeu disso. A doença celíaca e a sensibilidade ao glúten mascaram-se como dezenas e dezenas de outras doenças com diferentes nomes.
Sensibilidade ao glúten: uma causa, muitas doenças
Um artigo cientifico no New England Journal of Medicine (Jornal de Medicina de Nova Inglaterra) listou 55 doenças que podem ser causadas pela ingestão de glúten.  Estas incluem osteoporose, síndrome do cólon irritável, síndrome do cólon inflamado, anemia, câncer, fadiga, aftas,  artrite reumatóide, lúpus, esclerose múltipla, e quase todas as outras doenças auto-imunes. O glúten também é ligado a muitas doenças psiquiátricas  e neurológicas, incluindo ansiedade, depressão,  esquizofrenia,  demência, enxaquecas, epilepsia, e neuropatia (nervos danificados). Também foi ligada ao autismo. Pensávamos que os problemas derivados do glúten ou da doença celìaca estavam confinados a crianças que tinham diarréia, perda de peso, e que tinham problemas de crescimento. Agora sabemos que se pode ser velho, gordo e constipado (prisão de ventre) e mesmo assim ter a doença celíaca ou sensibilidade ao glúten.
A sensibilidade ao glúten é realmente uma doença auto-imune que cria inflamação em todo o corpo, com efeitos variados em todos os sistemas de órgãos incluindo o cérebro, coração, articulações, trato digestivo e outros. Pode ser a única causa por detrás de muitas “doenças” diferentes. Para corrigir estas doenças, você precisa  tratar a causa – que é usualmente a sensibilidade ao gluten – e não apenas os sintomas.É claro que, isto não significa que todos os casos de depressão ou doenças auto-imunes ou qualquer destes problemas são causados pelo glúten em todos – mas é importante tê-lo em conta se tiver alguma doença crônica.Não identificando a sensibilidade ao glúten e a doença celíaca, nós criamos sofrimento desnecessário e morte a milhões de pessoas. Problemas de saúde causados por sensibilidade ao glúten não podem ser tratados por medicação; Eles podem apenas ser resolvidos através da eliminação total do glúten da  dieta.A questão que fica é: porque que somos tão sensíveis a este elemento básico da nossa dieta?
Existem muitas razões …
Elas incluem a nossa falta de adaptação genética a ervas, e particularmente ao glúten, na nossa dieta. O trigo foi introduzido na Europa durante a Idade Média, e 30% das pessoas de descendência Européia possuem o gene da doença celíaca (HLA DQ2 ou HLA DQ8), (xii) o que aumenta a susceptibilidade de problemas de saúde derivados da ingestão de glúten.As variantes Americanas de trigo têm um muito maior conteúdo de glúten (que é necessário para fazer pães gigantes leves e fofos) do que aquelas tradicionalmente encontradas na Europa. Este super- glúten foi recentemente introduzido na nossa fonte de comida agrícola tendo infectado quase todas as variantes de trigo na América.
Para descobrir se é uma entre as milhões de pessoas que sofrem de uma doença não identificada e tem sensibilidade ao glúten, siga este procedimento simples.
A dieta de eliminação/reintegração
Enquanto testes podem identificar sensibilidade ao glúten, a única maneira de saber se isto é realmente um problema ,é eliminando todo o gluten por um período curto de tempo (2 a 4 semanas) e verificar como se sente. Abstenha-se das seguintes comidas:
1-Glúten (cevada, centeio, aveia, espelta, trigo) – ver http://www.celiac.com para uma lista completa de alimentos que contém glúten, como também outras fontes escondidas de glúten).
2-Fontes escondidas (sopas instantâneas, acompanhamentos de saladas, molhos, algumas vitaminas, medicamentos)
Para este teste funcionar tem de eliminar o glúten da sua dieta  100% – sem exceções, sem glúten escondido, e nem uma migalha de pão.Depois coma-o de novo e verifique o que acontece. Se  sentir-se de alguma maneira mal, necessita  se abster de glúten para sempre. Isto vai ensiná-lo, melhor do que qualquer teste, sobre o impacto que o glúten tem no seu corpo.
Mas se ainda estiver interessado em testes, aqui estão algumas coisas a ter em mente.
Existem testes para a alergia ao glúten/doença celíaca que estão disponíveis através da Labcorp e Quest Diagnosis. Todos estes testes ajudam a identificar várias formas de alergias e sensibilidade ao glúten ou ao trigo. Eles procuraram pelos seguintes aspectos:
1-anticorpos IgA anti gliadina
2-anticorpos IgG anti gliadina
3-anticorpos IgA anti Endomísio
4-Anti-Transglutaminase Tecidual (IgA e IgG em casos questionaveis)
5-Total de anticorpos IgA
6-HLA DQ2 e DQ8 genótipos para a doença celíaca (usado ocasionalmente para detectar susceptibilidade genética)
7-Biopsia Intestinal (raramente necessária se os anticorpos de gluten forem positivos – baseado na minha interpretação do estudo recente)
Quando se fizer estes testes existem algumas coisas que se devem ter em mente.
À luz da nova pesquisa feita em relação aos perigos da sensibilidade ao glúten sem um diagnóstico completo da doença celíaca, é considerado qualquer elevação de anticorpos significante e merecedora de uma experiência de eliminação de glúten. Muitos médicos consideram elevados níveis de anticorpos anti-gliadina na ausência de uma biopsia intestinal positiva um “falso positivo”. Isto quer dizer que o teste parece positivo mas realmente não é significante.Já não podemos dizer tal coisa. Positivo é positivo e, como com todas as doenças, existe um continuo, desde uma leve sensibilidade ao glúten até um diagnóstico completo da doença celíaca. Se os seus anticorpos estão elevados, deve eliminar glúten e verificar para ver se este é a origem dos seus problemas de saúde.
Se por um lado a doença celíaca afeta apenas 1% da população, por outro, um grande percentual sofre de sensibilidade ao glúten.Isso quer dizer que estas pessoas não são totalmente intolerantes à proteína, mas sentem efeitos que vão de confusão mental à depressão.Segundo um estudo publicado no jornalAlimentary Pharmacology & Therapeutics, pessoas com esta sensibilidade tem mais tendência a sentir sintomas de depressão quando consomem glúten.
Agora veja – aquele pedaço de pão pode não ser tão completo como parecia! Siga o conselho para verificar se o glúten é a causa escondida dos seus problemas de saúde. Simplesmente eliminando esta substância insidiosa da sua dieta, pode ajudá-lo a atingir uma vibrante saúde durante a sua vida.

Como viver sem glúten sem sacrificar a sua vida social ?

POR JENNIFER BLANCHARD
Nota;Jennifer Blanchard curou seus problemas de saúde misteriosos (acne adulta, RGE, azia, ansiedade), com uma dieta sem glúten e sem leite. Ela é agora  “Certified Holistic Health Coach at Healthy Gluten-Free”, onde mostra que as pessoas com doença celíaca e sensibilidade ao glúten precisam comer naturalmente sem glúten, para que possam curar seus sintomas, sem abrir mão dos alimentos que amam – ou suas vidas sociais. 
“Quando passei a viver sem glúten três anos e meio atrás, um dos meus primeiros pensamentos foi: “Bem, lá se vai minha vida social.” Afinal, encontros e eventos sociais geralmente giram em torno de comida, e a maioria dos alimentos que você encontra em lugares como bares, restaurantes, conferências de trabalho e eventos tem glúten. Imaginei que estar perto de tudo que tem glúten me faria querer comê-lo de vez em quando – mas eu sabia que o meu corpo não queria isso.
O que é um dilema. 
Então, isso ficou para trás. Eu recusei convites para sair com os meus amigos e eu desisti de quaisquer reuniões onde eu sabia que não haveria nada para eu comer. No meu dia de trabalho eu fiquei na minha mesa enquanto todos os outros foram para o refeitório  comemorar o aniversário de alguém e comer bolo.
Mas então eu me cansei disso. 
Comer sem glúten era algo que eu sabia que tinha de manter para toda a minha vida, e eu não conseguia ficar me punindo por isso. Então, logo em seguida eu me dei uma missão: retomar a minha vida social. E eu fiz exatamente isso.
Veja como você pode fazê-lo, também:
1. Leve  lanches que você ama para essas ocasiões
Eu sempre tenho comigo  lanches sem glúten gostosos na minha bolsa, para quando eu sei que nós estamos indo para algum lugar onde eu não vou encontrar alimento sem glúten seguro. Dessa forma, eu posso desfrutar de um alimento, como todos do grupo.
2. Tenha sempre em mente o porquê você vive sem glúten                
Estar perto de alimentos com glúten, com um cheiro delicioso, pode ser difícil no início. As lembranças do que você costumava comer podem fazer você querer comer só um pouquinho para relembrar os velhos tempos. O que ajuda é lembrar porque você está livre de glúten, para começar. Para mim, é de como eu me sinto muito melhor a cada dia – e por quanto incrível a minha pele parece agora.
Eu sei que eu nunca mais quero voltar para onde a minha saúde estava há alguns anos atrás. Essa é a minha motivação para não tocar em qualquer um dos alimentos cheios de glúten que as pessoas ao meu redor estão comendo.
3. Leve uma preparação sem glúten                                                                          
Quando você vai a um evento ou reunião na casa de alguém, você provávelmente não terá qualquer controle sobre o que eles estão servindo. Para evitar o constrangimento de quem te convidou ficar pedindo desculpas depois que descobre que você não pode comer qualquer coisa que vai ser servida na ocasião, esteja preparado (acredite,  é divertido): leve um prato com um alimento seguro para você.
Faça algo que você ama que é tão delicioso que ninguém vai saber ou se importar que ele seja livre de glúten. Os anfitriões vão apreciar o gesto, e desta forma você poderá garantir que não vai morrer de fome, enquanto todo mundo está comendo. Se você se sentir confortável com os anfitriões, você poderá fazer contato com antecedência e ver o que está planejado para ser servido. Assim você poderá fazer um prato que complemente o cardápio. Além disso, você vai ser capaz de descobrir se, de fato, eles poderão fazer alguma coisa que você possa comer.
4. Receba em sua casa                                                                                               
Uma ótima maneira de poder comer deliciosos e seguros alimentos sem glúten é organizar alguns dos seus encontros sociais. Crie um menu de seu gosto com receitas sem glúten e peça às pessoas para levarem uma bebida de sua escolha. É uma forma divertida de dar oportunidade às pessoas de experimentarem coisas novas, e você poderá comer de forma segura tudo, o que é incrível.
5. Você sempre em primeiro lugar                                                                            
Às vezes, ser uma pessoa muito amável e aceitar tudo não é a melhor opção quando as suas necessidades de uma vida sem glúten não podem ser acomodadas. Neste caso, é melhor apenas dizer “dane-se” e encontrar uma maneira segura de cuidar  de si mesmo em primeiro lugar.Por exemplo, há anos atrás, quando eu ainda estava trabalhando num grupo corporativo, recebi convites para o almoço anual de férias. O convite chegou com pelo menos um mês de antecedência, o que teria sido tempo suficiente para eu entrar em contato com alguém sobre a comida.Em vez disso, cada e-mail que enviei peguntando sobre o que estaria no menu do evento foi ignorado. Quando o dia do evento chegou, eu estava tão irritada que não fui quando todos saíram para ir ao restaurante, onde o almoço estava sendo realizado.
Fui para o meu restaurante mexicano favorito e tinha um delicioso almoço sem glúten e, em seguida, fui a uma pedicure. Voltei para o escritório, ao mesmo tempo que o resto do grupo. Ser livre de glúten não tem que ser uma sentença de morte para a sua vida social. Você apenas tem que ser criativo e encontrar ou criar maneiras de comer sem glúten, enquanto ser sociável, ao mesmo tempo”.
ASSISTA O VÍDEO DO DR LAIR RIBEIRO EXPLICANDO O PORQUE O GLÚTEN FAZ MAL;AS CONSEQUÊNCIAS DO CONSUMO DIÁRIO DE GLÚTEN
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Trigo transgênico é culpado por epidemia de obesidade, diz cardiologista

De acordo com o médico cardiologista norte-americano Willian Davis, a epidemia de sobrepeso e obesidade que acomete a sociedade atual é culpa do trigo genéticamente modificado. “O cereal mais popular do mundo é também o produto alimentício mais destrutivo. O trigo moderno nada tem a ver com o trigo verdadeiro”, afirma ele no livro Barriga de Trigo, da Editora Martins Fontes.
Segundo Davis, a principal proteína dos grãos transgênicos é o glúten, que estimularia ainda mais o apetite, com a exposição do cérebro às exorfinas. Esse estimulante dos receptores opioides – assim como a heroína – levariam a um verdadeiro vício no consumo de produtos derivados do trigo, diz o médico.
“Se você está com sobrepeso, pré-diabetes, pressão alta e colesterol elevado, dê adeus ao trigo. Não tem paralelo entre os grãos modernos em sua capacidade de se converter em glicose no sangue. O consumo produz transtornos neurológicos, diabetes, doenças cardíacas, artrites e até delírios esquizofrênicos”, alerta.
“As mudanças genéticas foram introduzidas principalmente com o objetivo de aumentar a produção da área cultivada. A produção média de uma fazenda moderna norte-americana é mais de dez vezes maior que a de fazendas de um século atrás. Passos gigantescos na produção de trigo exigiram mudanças drásticas no código genético da planta (…). Mudanças genéticas dessa natureza tiveram o seu preço”, explica Davis.
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Bolo de iogurte e limão Sem Gluten

O que precisamos:
1 iogurte natural
1 medida (copo de iogurte) de açucar mascavo
2 medidas (copo de iogurte) de farinha sem glúten 
1 colher de sobremesa de fermento
1/2 colher de sobremesa de goma xantana 
1 medida (copo de iogurte) de óleo 
4 ovos
2 limões 
Pré-aquecer o forno a 180ºC.
Untar a forma com margarina e farinha.
Mãos na massa:
Juntar as gemas, uma a uma, ao açúcar  e mexer bem, ate que o açúcar se dissolva. Adicionar o iogurte e misturar.Adicionar a farinha, o fermento e a goma xantana alternando com o copo de óleo.
Por fim, envolver levemente as claras em castelo, no preparado e juntar as raspas de limão.
Levar ao forno, pré-aquecido, durante 30-35 minutos. 
Bom apetite

Leia mais;Receitas, dicas e mil truques para viver sem gluten;
Referências
(i) Ludvigsson JF, Montgomery SM, Ekbom A, Brandt L, Granath F. “Small-intestinal histopathology and mortality risk in celiac disease.” JAMA. 2009 Sep 16;302(11):1171-8.
(ii) Rubio-Tapia A, Kyle RA, Kaplan EL, Johnson DR, Page W, Erdtmann F, Brantner TL, Kim WR, Phelps TK, Lahr BD, Zinsmeister AR, Melton LJ 3rd, Murray JA. “Increased prevalence and mortality in undiagnosed celiac disease.” Gastroenterology. 2009 Jul;137(1):88-93
(iii) Green PH, Neugut AI, Naiyer AJ, Edwards ZC, Gabinelle S, Chinburapa V. “Economic benefits of increased diagnosis of celiac disease in a national managed care population in the United States.” J Insur Med. 2008;40(3-4):218-28.
(iv) Farrell RJ, Kelly CP. Celiac sprue. N Engl J Med. 2002 Jan 17;346(3):180-8. Review.
(v) Sedghizadeh PP, Shuler CF, Allen CM, Beck FM, Kalmar JR. “Celiac disease and recurrent aphthous stomatitis: a report and review of the literature.” Oral Surg Oral Med Oral Pathol Oral Radiol Endod. 2002;94(4):474-478.
(vi) Margutti P, Delunardo F, Ortona E. “Autoantibodies associated with psychiatric disorders.” Curr Neurovasc Res. 2006 May;3(2):149-57. Review.
(vii) Ludvigsson JF, Reutfors J, Osby U, Ekbom A, Montgomery SM. “Coeliac disease and risk of mood disorders–a general population-based cohort study.” J Affect Disord. 2007 Apr;99(1-3):117-26. Epub 2006 Oct 6.
(viii) Ludvigsson JF, Osby U, Ekbom A, Montgomery SM. “Coeliac disease and risk of schizophrenia and other psychosis: a general population cohort study.” Scand J Gastroenterol. 2007 Feb;42(2):179-85.
(ix) Hu WT, Murray JA, Greenaway MC, Parisi JE, Josephs KA. “Cognitive impairment and celiac disease.” Arch Neurol. 2006 Oct;63(10):1440-6.
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(xii) Green PH, Jabri B. “Coeliac disease.” Lancet. 2003 Aug 2;362(9381):383-91. Review
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Divulgação: A Luz é Invencível