quinta-feira, 9 de agosto de 2012

AVELOZ OU AVELÓS:

Aveloz ou avelós

Por Lelington lobo Franco
lelingtonevergreen@bol.com.br

AVELOZ ou AVELÓS

Arbusto exótico pode ser a chave para a vitória na batalha contra o câncer!
O avelós agora está sendo usado para tratamento de redução de tumor de câncer.
Estas são apenas algumas das frases usadas para a publicidade do aveloz, um remédio preparado a partir da seiva leitosa de um arbusto brasileiro de nome cientifico Euphorbia tirucalli. Hoje é vendida nos Brasil em forma líquida ou nos Estados Unidos e em glóbulPoros por médicos naturalistas.
Euphorbiaceas (eufórbio) produzem uma seiva branca semelhante ao látex que é extremamente irritante para a pele e membranas mucosas e podem produzir inflamação na pele, conjuntivite nos olhos, queimação na boca e garganta, diarréia, e gastrenterite.
LIVRO DO PROFESSOR LELINGTON

Aveloz (Euphorbia tirucalli)
Sinonímia: Árvore-do-lápis
Família: Euphorbiaceae
Habitat: Originária da África e de lá foi levada para outros países tropicais. No Brasil se adaptou bem no nordeste.
Partes usadas: Látex retirado dos ramos.

É um  arbusto que pode atingir  até 3 metros de altura, possui ramos verticiliados, cilíndricos, extremamente ramificado, com coloração verde. Dá uma excelente cerca viva.
Propriedades químicas: constituído por hidrocarbonetos terpênicos e aldeídos. Óleos essenciais (eugenol), hidrocarbonetos terpênicos, aldeídos, látex, goma tirucalli, ésteres de forbol) e ingenano ésteres de ingenol, 4-desoxi-forbol e 12-O-tetradecanoil forbol-13-acetato; 12-0-(22) (4E)-octadienol-4-deoxiforbol-13-acetado; ácido 3, 3’-di-0-metil-elágico; beta-sitosterol; ácido cítrico; ácido elágico; eufol; euforona; glucose; hentriacontanol; isoeuforal; kaempferol; ácido málico; sapogenina-acetatos; ácido succínico; taraxasterol; taraxerina e tirucalol.
Propriedades terapêuticas: Antiasmática, anticarcinogênica, antiespasmódicas, antibiótica, antibacteriana, antivirótica, fungicida e expectorante.
Indicações: na medicina alternativa é usado o suco (látex) leitoso cáustico, de efeito irritante na pele e aos olhos porém o seu suco dissolvido em água é indicado para tratamento de tumores cancerosos e pré-cancerosos.
Recentemente, pesquisadores americanos, começaram a interessar-se pelo aveloz e descobriram propriedades fantásticas contra o carcinoma maligno, e como complementos de outros procedimentos médicos. Vejamos resumo do artigo do Padre Raymundo E. Weizeumann, SJ, no “Livro da Família”, 1994, páginas 170 e 171. Sobre o efeito do aveloz em pacientes com câncer:
ADEUS CÂNCER?
Antes de mais nada, quero deixar bem claro que nunca desautorizo a medicina. Não me intrometo onde não posso, pois não sou médico. Apenas por acaso descobri esta planta para minha cura de fístula, que, parece, está também dando certo com pessoas que sofrem de câncer.
Observando mais de 200 pessoas que tomaram o aveloz pude tirar algumas conclusões:
1 – Pessoas que sofrem de câncer podem tomar até três gotas de seiva do aveloz contra o câncer, diariamente.
2 – Tomar uma gota de cada vez em três vezes ao dia, em meio copo de leite, após as refeições. Assim se garante uma ação contínua.
3 – Tomar a seiva pura faculta uma cura mais rápida, mas deve-se continuar o tratamento até três meses após o desaparecimento dos sintomas. E mesmo depois voltar ao tratamento de vez em quando, por uns dois anos.
4 – Continuar o controle médico. Só ele pode declarar uma cura definitiva.

Quando começou a propaganda do aveloz?
“Eu, pessoalmente, sofria de uma fístula pleural durante quase cinco anos. Uma cirurgia seria perigosa, segundo alguns médicos. Achavam que eu deveria conviver com este incômodo até o fim da vida. Saía muito pus. Um dia me lembrei de usar o aveloz. Deu certo. Em apenas três semanas a fístula desapareceu. Isto já faz ano e meio. Continuo bem…
Vejamos o efeito do aveloz em duas pessoas:

Dona Maria Helena Nunes, funcionária antiga do Colégio Anchieta de Porto Alegre, sofria de câncer das mamas. O uso do aveloz fez desaparecer totalmente todos os nódulos em apenas duas semanas. Ela estava sob observação médica, que constatou câncer. Após um ano de desaparecimento dos sintomas de câncer, voltaram os nódulos. Voltou a tomar aveloz. E novamente ficou sem os sintomas. Deverá tomar o aveloz durante mais tempo.

A Irmã Regina Kunzler, da Congregação das Filhas do S. Coração de Jesus, estava condenada à morte com câncer generalizado dos intestinos. Os médicos lhe davam no máximo dois meses de vida. Tomou o aveloz. E hoje está trabalhando no Hospital de Santo Ângelo, RS. Está com boa saúde. A cura foi em maio de 1992. Ela se sente bem. Não sente mais nada da doença. Aguardamos algum tempo para poder falar de uma cura definitiva.

Poderia mencionar ainda muitos casos de pessoas doentes de câncer que tomaram o aveloz e não sentem mais nada. Todos os sintomas desaparecem…
Mais de 200 pessoas já me pediram informações sobre o aveloz. Entre os doentes de câncer pude verificar um grande número de tumor pulmonar. Só um não fumava… Entre as mulheres o câncer mais comum: das que pediram informações, a maioria tem câncer das mamas, útero e ovários”.,
Toxidade: Por ser altamente cáustico, o látex precisa ser diluído em água. O látex puro pode provocar até uma hemorragia. Devido  a sua toxidade, o professor Lelington, químico fitologista – UFPR, aconselha  que o uso mais seguro do aveloz  é de glóbulos homeopáticos, pois tem o mesmo efeito das gotas e não agridem o estômago. Usar seis glóbulos sublingual de manhã e a noite. Ou se preferir xarope de avelós.
Fonte: livro: As Sensacionais 50 Plantas Medicinais Campeãs de Poder Curativo – Lelington lobo Franco – Editora Lobo Franco- Curitiba.
TESTES COM AVELÓS
Mais uma planta que já era usada nos tradicionais chás medicinais poderá ser usada para tratamento médico ‘oficial’, na cura do câncer. Desta vez estamos falando da avelós (Euphorbia tirucalli), que produz uma seiva semelhante ao látex, que é muita tóxica e cáustica.
Estudos iniciais realizados pelo Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein, em São Paulo, mostram que ela conseguiu estabilizar o quadro clínico de uma doente terminal e que também foi eficaz no alívio das dores.
A planta é encontrada no Norte e no Nordeste do país e, por sua toxidade, os cientistas primeiro precisaram isolar apenas as substâncias benéficas da planta. Depois, transformaram-as em uma pílula, chamada de AM10. Se a eficácia da droga for comprovada nos próximos estudos, ela poderá se transformar no primeiro medicamento oncológico nacional.
Já foram realizados testes in vitro e com animais, nos quais a droga funcionou bem contra as células de tumores. Nessa fase, os estudos foram feitos na Universidade Federal do Ceará e na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
O Einstein participa há um ano, na Fase Um da Pesquisa Clínica. A droga foi testada em sete pacientes oncológicos terminais, que já haviam recebido os tratamento disponíveis sem obter resposta positiva. O intuito do estudo foi descobrir a dose máxima da substância tolerada pelo organismo, não de medir sua eficácia.
Ainda assim, uma paciente do grupo de estudo, com câncer metastático, teve a doença estabilizada. Mas não se sabe ao certo qual a participação da planta na melhoria do quadro.Os outros pacientes tratados com avelós relataram melhora da dor, o que indica que a droga talvez seja um bom analgésico, e não um anticancerígeno. Porém, a expectativa em torno da descoberta é grande.
A Fase Dois da pesquisa avaliará 40 pacientes oncológicos de outras cinco instituições, entre elas o Instituto Arnaldo Vieira de Carvalho e a Faculdade de Medicina do ABC. Será testada a atividade do princípio ativo nas células tumorais.
Os cientistas alertam, ainda, que não se deve tentar fazer o chá da planta em casa, pois o látex que contém é extremamente tóxico.
Fonte: Int’l MDs: Clinical Trial Info for mTOR Inhibitor AFINITOR (everolimus)
Institutos paulistas estão convocando mulheres com câncer de mama em estágio avançado para testar um novo tratamento à base de fitoterápicos. O tratamento é totalmente gratuito, com duração aproximada de seis meses.
De acordo com a Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária), os fitoterápicos são medicamentos obtidos a partir de plantas medicinais, que são aquelas capazes de aliviar ou curar enfermidades.
O estudo é voltado para mulheres acima de 18 anos, com no máximo dois tratamentos quimioterápicos anteriores para câncer de mama em estágio avançado, ou seja, pacientes com diagnóstico de câncer metastático (que a doença tenha se espalhado para outra parte do corpo).
Os testes vão substituir as terapias convencionais, como a quimioterapia, por um medicamento fitoterápico, que neste período de desenvolvimento recebe o nome de AM 10. Trata-se de uma substância sintetizada no Brasil a partir da planta medicinal aveloz.
Cada paciente tomará um comprimido três vezes ao dia, o que permitirá verificar a atividade terapêutica da droga, avaliar a possibilidade de controle da doença, o perfil de toxicidade e a ocorrência de efeitos colaterais.
Esta é a segunda fase da pesquisa. A primeira fase (pré-clínica) foi concluída com resultados positivos, com a realização de análises em células e animais, explica Luiz Pianowski, coordenador da pesquisa.
– Descobrimos que o AM 10 tem uma ação citotóxica, ou seja, que mata as células, e outra apoptótica – que incentiva o suicídio delas. Mas observamos também uma ação seletiva da substância, focada em células modificadas (cancerígenas), ou seja, ela mata mais células tumorais do que células vivas.
Os testes clínicos serão realizados pelos seguintes institutos:
Faculdade de Medicina do ABC, Hospital Albert Einstein,
Instituto do Câncer Arnaldo Vieira de Carvalho,
Hospital Sírio Libanês e
Centro Paulista de Oncologia.
Os estudos são coordenados pela Pianowski & Pianowski, empresa de Pesquisa e Desenvolvimento Farmacêutico, pela PHC – Pharma Consulting, consultoria especializada em indústria farmacêutica
e pelo Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa do Hospital Albert Einstein.
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OUTRAS PESQUISAS
WELLINGTON DIAS E AURO COSTA APRESENTAM REMÉDIO DO PIAUÍ CONTRA CÂNCER A JOSE ALENCAR
Uma erva comum nas regiões Norte e Nordeste, principalmente no Piauí, foi apresentada ao vice-presidente José Alencar como alternativa para a cura do câncer. Depois de 15 cirurgias e luta por 12 anos contra a doença, ele recebeu a proposta do governador Wellington Dias, que o visitou por uma hora e meia na manhã desta segunda-feira, em Brasília, acompanhado de Auro Costa, do Departamento Jurídico do Sistema Integrado de Comunicação Meio Norte.
O tratamento fitoterápico tem como base os avelós, ou “cachorro pelado”, já estudado por cientistas brasileiros.
Além do produto, Wellington Dias levou um amigo como exemplo de que o tratamento pode ser útil. Auro Costa garante que foi curado de um câncer de próstata após o tratamento, e levou informações literárias e cópias de entrevistas ao vice-presidente. “É uma doença agressiva, mas me emociona muito o apoio que tenho recebido de todo o Brasil”, declarou José Alencar, que perdeu 10 quilos nos últimos tratamentos de quimioterapia.
“Há cerca de um ano tentávamos contato com ele e, agora, estamos tendo essa oportunidade única. Queremos que ele conheça o produto, se informe sobre os estudos que estão sendo feitos no Hospital Albert Einstein. Não existem estudos mais aprofundados no Brasil, com planta medicinal, para o tratamento do câncer”, declarou Auro Costa.
Os avelós, cujo nome científico é Euphorbia tirucalli, está sendo usado em pesquisas para o câncer de mama e de próstata, mas estima-se que ela pode curar até 16 tipos da doença, além de ser útil contra os demais casos. “Ele se mostrou muito entusiasmado e interessado. Ligou para o seu médico e fez muitas perguntas. Vim como amigo”, disse o governador Wellington Dias.
AVELOZ – EUPHORBIA TIRUCALLI BOISS
Por Dra. Loreta Burlamaqui da Cunha (25-Mai-2000)

Meu nome é Carlos Henrique Silveira, sou professor do Centro de Nutrição da Universidade Federal de Santa Catarina e tenho acompanhado e participado de pesquisas junto ao corpo clinico do Hospital Universitário. Estou atualmente trabalhando em pesquisa de plantas medicinais e gostaria de saber dos profissionais envolvidos neste projeto se teriam alguma informação sobre uma planta chamada popularmente de AVELOZ e de nome científico EUPHORBIA TIRUCALLI BOISS, preciso de informações do tipo Usos terapêuticos, Toxidade e Efeitos colaterais, soube recentemente que a Universidade de São Paulo estaria usando essa planta em pacientes e que ja teriam alguns resultados. Seria possível receber essa informação?
..

Caro Dr. Carlos Henrique:
A planta chamada de Aveloz vem sendo objeto de uma pesquisa, no Rio de Janeiro, voltada, principalmente, para pacientes com câncer, embora alguns pacientes com Aids tenham sido incluídos nesta pesquisa. Tem sido usada através de dinamização (formulação homeopática), e sempre como coadjuvante dos tratamentos habituais. Não há qualquer indicação de sua utilização para substituir a terapia anti-retroviral, uma vez que esta tem demonstrado, através de inúmeros trabalhos científicos em todo o mundo, eficácia na restauração do sistema imunológico, e na diminuição da carga viral de pacientes infectados pelo HIV.

* Comentário do Prof. Dr. Hélion Póvoa Filho em 06 de abril de 1967 – editado no Livro Forças do Espírito.
O Professor Francisco Rocha Lagoa Consultado pelo Ministro da Saúde, para o início de pesquisas em torno de uma erva chamada avelós possivelmente utilizada na cura do câncer pela medicina popular. Durante um almoço composto de convidados médicos, entre eles o Prof. e Dr. Guilherme Lacorte. Expôs as virtudes dessa “plantinha” na luta contra o câncer. Os resultados eram surpreendentes, após dois anos de pesquisas, o Prof. Hélion e sua equipe conseguem isolar o principio ativo do avelós, um alcalóide poderosíssimo que parecia ser capaz de curar, no mínimo, algumas espécies de câncer.
O conflito foi grande contra os conservadores.
SERVIÇOS: Informações
lelington50@yahoo.com.br